Estúdio da série "Jogos Vorazes" negocia aquisição de TV a cabo nos EUA
O estúdio de cinema da série de filmes "Jogos Vorazes", o Lionsgate Entertainment, informou na última quinta-feira (30/6), que com
Atualizado em 01/07/2016 às 16:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O estúdio de cinema da série de filmes "Jogos Vorazes", o Lionsgate Entertainment, informou na última quinta-feira (30/6) que comprará a rede de TV Starz por US$ 4,4 bilhões em dinheiro e ações. A negociação deve unir as empresas de mídia.
Crédito:Reprodução TV a cabo deve fortalecer o estúdio Lionsgate
Segundo a Reuters, o analista do grupo Jefferies, John Janedis, observa que o acordo deve diversificar as operações da Lionsgate e tornar as finanças da companhia menos dependentes da produção de um sucesso de bilheterias.
O presidente-executivo da Lionsgate, Jon Feltheimer, afirmou que o negócio cria "uma potência global de conteúdo que investe quase US$ 2 bilhões por ano em conteúdo novo". A Starz também aposta em programação original, como a série "Outlander".
Na avaliação de Janedis, o investimento em uma rede a cabo pode gerar riscos, uma vez que mais telespectadores assistem televisão online e compram menos assinaturas, além de aumentar a exposição para os negócios da TV premium, que passam por "desafios próprios em um cenário de mídia mais fragmentado", completou.
Crédito:Reprodução TV a cabo deve fortalecer o estúdio Lionsgate
Segundo a Reuters, o analista do grupo Jefferies, John Janedis, observa que o acordo deve diversificar as operações da Lionsgate e tornar as finanças da companhia menos dependentes da produção de um sucesso de bilheterias.
O presidente-executivo da Lionsgate, Jon Feltheimer, afirmou que o negócio cria "uma potência global de conteúdo que investe quase US$ 2 bilhões por ano em conteúdo novo". A Starz também aposta em programação original, como a série "Outlander".
Na avaliação de Janedis, o investimento em uma rede a cabo pode gerar riscos, uma vez que mais telespectadores assistem televisão online e compram menos assinaturas, além de aumentar a exposição para os negócios da TV premium, que passam por "desafios próprios em um cenário de mídia mais fragmentado", completou.





