Equipe de reportagem é barrada na Venezuela por falta de autorização de materiais
Uma equipe de jornalistas da Telefe – emissora de TV argentina – e a repórter Patricia Janiot, da CNN Espanha, ficaram detidas durante horasno aeroporto de Caracas, na Venezuela, por uma suposta falta do documento de "admissão temporária", que autoriza a entrada do material cinematográfico dos profissionais no país.
Atualizado em 08/12/2015 às 15:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
– emissora de TV argentina – e a repórter Patricia Janiot, da CNN Espanha, ficaram detidas durante horas no aeroporto de Caracas, na Venezuela, por uma suposta falta do documento de "admissão temporária", que autoriza a entrada do material cinematográfico dos profissionais no país.
Crédito:Reprodução Jornalistas entraram no país, mas materiais ficaram retidos
De acordo com O Globo , os profissionais conseguiram a liberação de entrada no país para a cobertura das eleições venezuelanas. Os materiais, no entanto, não foram liberados pelas autoridades do país.
"Oito caixas de nossos equipamentos ficaram retiradas. Eles justificaram dizendo que nós não tínhamos a declaração de admissão temporal do equipamento. Negociamos por mais de um mês a entrada dos materiais ao país e parece que as regras do jogo mudaram quando chegamos", comentou Patricia.
O repórter Guilhermo Panizza, da Telefe, comentou sobre as ações das autoridades dentro do aeroporto. O jornalista disse que as equipes aguardaram cerca de seis horas até a liberação dos equipamentos.
Crédito:Reprodução Jornalistas entraram no país, mas materiais ficaram retidos
De acordo com O Globo , os profissionais conseguiram a liberação de entrada no país para a cobertura das eleições venezuelanas. Os materiais, no entanto, não foram liberados pelas autoridades do país.
"Oito caixas de nossos equipamentos ficaram retiradas. Eles justificaram dizendo que nós não tínhamos a declaração de admissão temporal do equipamento. Negociamos por mais de um mês a entrada dos materiais ao país e parece que as regras do jogo mudaram quando chegamos", comentou Patricia.
O repórter Guilhermo Panizza, da Telefe, comentou sobre as ações das autoridades dentro do aeroporto. O jornalista disse que as equipes aguardaram cerca de seis horas até a liberação dos equipamentos.
"Não precisávamos de visto, só uma aprovação gerida pela embaixada. Fomos submetidos a uma verificação técnica e documental; revisaram todos os nossos elementos de trabalho. Devíamos apresentar uma admissão temporal e o estoque de equipamentos que levávamos junto a uma nota para explicar o que iríamos fazer. Mas a embaixada não havia nos informado sobre isso", disse.





