Equipe da Univisión é detida pelo exército venezuelano durante reportagem
O jornalista Francisco Urreiztieta, correspondente do canal Univisión, foi detido pelo exército venezuelano junto com sua equipe de trabalho enquanto fazia uma reportagem sobre o fechamento de um novo trecho da fronteira com a Colômbia e as consequências da medida para a população.
Atualizado em 06/10/2015 às 12:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
do canal , foi detido pelo exército venezuelano junto com sua equipe de trabalho enquanto fazia uma reportagem sobre o fechamento de um novo trecho da fronteira com a Colômbia e as consequências da medida para a população.
Crédito:Reprodução/YouTube Jornalista e equipe do canal ficaram detidos por quatro horas
Em sua conta no , Urreiztieta informou que eles permaneceram detidos por quatro horas em um posto militar nas proximidades do rio Limón, localizado no município de Mara, em Zulia. A equipe foi acusada de espionagem e de violar o estado de exceção.
O Exército obrigou o jornalista a apagar parte do material informativo registrado sob ameaça de manter a equipe detida. O caso ocorre em meio à divulgação do relatório da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) sobre o aumento de ações de cerceamento do livre exercício dos meios de comunicação no país.
O documento foi divulgada durante a 71º Assembleia Geral da entidade, em Charleston, na Carolina do Sul, nos EUA. A SIP e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) citaram a violência contra jornalistas e as restrições de governos como de Equador e Venezuela.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução/YouTube Jornalista e equipe do canal ficaram detidos por quatro horas
Em sua conta no , Urreiztieta informou que eles permaneceram detidos por quatro horas em um posto militar nas proximidades do rio Limón, localizado no município de Mara, em Zulia. A equipe foi acusada de espionagem e de violar o estado de exceção.
O Exército obrigou o jornalista a apagar parte do material informativo registrado sob ameaça de manter a equipe detida. O caso ocorre em meio à divulgação do relatório da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) sobre o aumento de ações de cerceamento do livre exercício dos meios de comunicação no país.
O documento foi divulgada durante a 71º Assembleia Geral da entidade, em Charleston, na Carolina do Sul, nos EUA. A SIP e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) citaram a violência contra jornalistas e as restrições de governos como de Equador e Venezuela.
Assista ao vídeo:





