O líder indígena José Acacho, ex-diretor da rádio La Voz de Arutam, foi detido por autoridades do Equador sob acusação de sabotagem e terrorismo por supostamente incentivar protestos contra o governo por meio da emissora, informou a Fundamedios por meio da IFEX.
Em 2009, durante manifestações indígenas, uma pessoa morreu e quarenta soldados ficaram feridos, lembra o Knight Center for Journalism in the Americas.
Para a Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE), a prisão de Acacho foi "ilegal" e representa uma "escalada da perseguição política contra os índios", isso em favor de interesses econômicos alinhados com o governo.
Ao mesmo tempo, em outra parte do país, as autoridades interromperam, pela terceira vez em 15 dias, a exibição de um telejornal matinal de oposição da Teleamazonas e, no lugar, colocaram um material com críticas ao programa e a sua apresentadora, informou o La República.
Entidades que militam pela liberdade de expressão no Equador disseram ao Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) que o governo está abusando de sua lei de radiodifusão para tirar os programas do ar quando bem entender. "O governo não pode intimidar para calar seus críticos", afirmou Carlos Lauría, do CPJ.
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Em 2009, durante manifestações indígenas, uma pessoa morreu e quarenta soldados ficaram feridos, lembra o Knight Center for Journalism in the Americas.
Para a Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE), a prisão de Acacho foi "ilegal" e representa uma "escalada da perseguição política contra os índios", isso em favor de interesses econômicos alinhados com o governo.
Ao mesmo tempo, em outra parte do país, as autoridades interromperam, pela terceira vez em 15 dias, a exibição de um telejornal matinal de oposição da Teleamazonas e, no lugar, colocaram um material com críticas ao programa e a sua apresentadora, informou o La República.
Entidades que militam pela liberdade de expressão no Equador disseram ao Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) que o governo está abusando de sua lei de radiodifusão para tirar os programas do ar quando bem entender. "O governo não pode intimidar para calar seus críticos", afirmou Carlos Lauría, do CPJ.
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