Entidades mostram que Iraque ainda é país mais perigoso do mundo para jornalistas
Entidades mostram que Iraque ainda é país mais perigoso do mundo para jornalistas
A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) divulgou nesta quarta-feira (04) um ranking dos principais países mais perigosos para jornalistas. Segundo o relatório, apesar de ter diminuído sua marca em um quarto - em 2007 foram 65 repórteres mortos - o Iraque continua sendo o pior país para jornalistas trabalharem. Em 2008, foram 16 assassinatos.
Segundo a FIJ, foram 85 profissionais assassinados no ano passado. Já o relatório do Instituto Internacional da Imprensa (IPI), também divulgado nesta quarta, contabiliza 66 jornalistas mortos.
Ambos concordam que o Iraque é o local que apresenta mais riscos, mas o IPI registrou 14 mortes em vez de 16. No documento da FIJ, O México empatou com a Índia em segundo lugar, com dez mortes em 2008 cada um. No do IPI, são cinco mortes em cada país, e o Paquistão está à frente deles, com seis assassinatos.
Na América Central, o México apresenta maior risco para ambas entidades. "Quando não enfrentam com violentos ataques e ameaças de morte, os jornalistas na América Latina sofrem assédio jurídico, administrativo e econômico", diz o IPI. Atrás dele, vêm empatados com um assassinato cada Brasil, Bolívia, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá e Venezuela.
Segundo Aidan White, presidente da FIJ, "a impunidade é a verdadeira ameaça para os jornalistas, já que se as autoridades são indiferentes, os ataques continuarão". Ao todo, foram mortos 85 jornalistas no mundo no ano passado, informou a agência de notícias Efe.
Leia mais






