entraram com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) para que o órgão tome providências no caso do apresentador Marcos Paulo Ribeiro de Moraes, conhecido como Marcão do Povo, da Record TV Brasília, que chamou a cantora Ludmilla de "macaca" e "pobre".
Crédito:Divulgação
Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo , as entidades alegam que o comentário de Marcão configura discriminação racial e é uma ofensa não só a artista, mas aos negros em geral.
Os grupos argumentam também que a emissora é concessionária de um serviço público e que houve desrespeito "às normas em vigor para a radiodifusão brasileira e demais leis do ordenamento jurídico".
O Ministério avalia o pedido das ONGs quanto ao direito de resposta e indenização por danos morais coletivos. O apresentador foi dispensado do canal após a polêmica e pediu desculpas à cantora, que pretende prestar queixa contra ele.
Em nota, a Record TV ressalta que lamentou os "transtornos causados" a Ludmilla e disse que repudia "qualquer ato dessa natureza".
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Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo , as entidades alegam que o comentário de Marcão configura discriminação racial e é uma ofensa não só a artista, mas aos negros em geral.
Os grupos argumentam também que a emissora é concessionária de um serviço público e que houve desrespeito "às normas em vigor para a radiodifusão brasileira e demais leis do ordenamento jurídico".
O Ministério avalia o pedido das ONGs quanto ao direito de resposta e indenização por danos morais coletivos. O apresentador foi dispensado do canal após a polêmica e pediu desculpas à cantora, que pretende prestar queixa contra ele.
Em nota, a Record TV ressalta que lamentou os "transtornos causados" a Ludmilla e disse que repudia "qualquer ato dessa natureza".


