Entidades criticam condenação de jornalista da "Gazeta do Povo" a prisão
As associações Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Nacional de Editores de Revistas (Aner) e Nacional de Jornais (ANJ) chamaram de "grave equívoco" a condenação à prisão do jornalista Celso Nascimento, do jornal Gazeta do Povo , de Curitiba.
Atualizado em 14/12/2016 às 09:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
de Rádio e Televisão (Abert), Nacional de Editores de Revistas (Aner) e Nacional de Jornais (ANJ) chamaram de "grave equívoco" a condenação à prisão do jornalista Celso Nascimento, do jornal Gazeta do Povo , de Curitiba.
Crédito:Reprodução
De acordo com o G1, as entidades divulgaram uma nota em que pedem a reforma de condenação de Nascimento a 9 meses e dez dias de prisão. "As associações consideram a atual decisão judicial um ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício do jornalismo e esperam que a Justiça reforme a sentença", diz o texto.
Segundo as associações, o jornalista foi condenado por denunciar o atraso no parecer do relator do processo no Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Ivan Bonilha, sobre o edital para a construção do metrô em Curitiba.
No texto, Nascimento mencionou como motivo para o atraso um possível vínculo do conselheiro com o governador Beto Richa (PSDB). Pelo fato de o jornalista ter mais de 70 anos, a sentença foi substituída por pagamento de multa de dez salários mínimos e a suspensão de seus direitos políticos.
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De acordo com o G1, as entidades divulgaram uma nota em que pedem a reforma de condenação de Nascimento a 9 meses e dez dias de prisão. "As associações consideram a atual decisão judicial um ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício do jornalismo e esperam que a Justiça reforme a sentença", diz o texto.
Segundo as associações, o jornalista foi condenado por denunciar o atraso no parecer do relator do processo no Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Ivan Bonilha, sobre o edital para a construção do metrô em Curitiba.
No texto, Nascimento mencionou como motivo para o atraso um possível vínculo do conselheiro com o governador Beto Richa (PSDB). Pelo fato de o jornalista ter mais de 70 anos, a sentença foi substituída por pagamento de multa de dez salários mínimos e a suspensão de seus direitos políticos.





