Ensaio: duros carnavais - São Paulo
Ensaio: duros carnavais - São Paulo
Atualizado em 11/03/2009 às 01:03, por
Redação revista IMPRENSA.
Caio Pimenta ainda está iniciando sua carreira fotográfica. Sua primeira cobertura de Carnaval foi em 2008 e já teve que encarar dias seguidos de trabalho: desfiles das escolas de acesso, grupo especial e desfile das campeãs. Foi cerca de uma semana de dedicação aos desfiles das escolas de samba de São Paulo. Caio é fotógrafo da SP Turis, empresa de turismo e eventos da cidade de São Paulo.
"É muito rápido. O carro vem andando e os personagens também. Tem muita gente, tem os seguranças do Anhembi e das escolas de samba. E a gente sofre bastante com isso, e também com integrantes da escola. Dá pra entender, porque um vacilo da imprensa pode causar um problema na evolução de escola. E a gente vê uns arranca-rabos fortes. Por isso a entrada na pista para fazer foto tem que ser rápida, tem que tomar cuidado para não atrapalhar ninguém e tem muito empurrão, muitos fotógrafos. Acabou uma escola eu corro para a sala de imprensa e coloco no ar, as fotos são colocadas praticamente na hora, edito bem superficialmente e vai. A gente tem acesso à avenida toda, o que facilita buscar ângulos diferentes. Ano passado [2008] tive oportunidade de fazer foto aérea e precisei pedir permissão para o Globocop [helicóptero da rede Globo] porque o espaço aéreo também é da Globo. E tem uma coisa curiosa. A Globo constrói uma passarela que fica mais alta do que a arquibancada e nos desfiles das escolas de acesso, a gente pode ficar lá. Aquilo balança demais, [certa vez] foi engraçado: os fotógrafos todos sentados e deitados, e um vento absurdo, todo mundo meio apreensivo, com medo de um acidente."
Veja as fotos de Caio Pimenta.

"É muito rápido. O carro vem andando e os personagens também. Tem muita gente, tem os seguranças do Anhembi e das escolas de samba. E a gente sofre bastante com isso, e também com integrantes da escola. Dá pra entender, porque um vacilo da imprensa pode causar um problema na evolução de escola. E a gente vê uns arranca-rabos fortes. Por isso a entrada na pista para fazer foto tem que ser rápida, tem que tomar cuidado para não atrapalhar ninguém e tem muito empurrão, muitos fotógrafos. Acabou uma escola eu corro para a sala de imprensa e coloco no ar, as fotos são colocadas praticamente na hora, edito bem superficialmente e vai. A gente tem acesso à avenida toda, o que facilita buscar ângulos diferentes. Ano passado [2008] tive oportunidade de fazer foto aérea e precisei pedir permissão para o Globocop [helicóptero da rede Globo] porque o espaço aéreo também é da Globo. E tem uma coisa curiosa. A Globo constrói uma passarela que fica mais alta do que a arquibancada e nos desfiles das escolas de acesso, a gente pode ficar lá. Aquilo balança demais, [certa vez] foi engraçado: os fotógrafos todos sentados e deitados, e um vento absurdo, todo mundo meio apreensivo, com medo de um acidente."
Veja as fotos de Caio Pimenta.






