A embaixada da Rússia no Brasil divulgou uma contra "declarações antecipadas" de alguns veículos da imprensa brasileira sobre o acidente com o avião malásio MH17 e acusações "infundadas" contra o país e o presidente Vladimir Putin.
Crédito:Reprodução
Embaixada criticou veículos por culparem Putin pela queda do avião
O , o que os deixa "perplexos e indignados". Segundo o documento, a apuração deve ter caráter internacional e ser conduzida com o papel central da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e outras instituições.
De acordo com a embaixada, a Rússia também recorreu às duas partes do conflito ucraniano para providenciar o acesso de peritos internacionais à região do acidente. "Ninguém tem direito de usar essa tragédia para alcançar seus objetivos políticos interesseiros. Tais acontecimentos devem unir as pessoas ao invés de separá-las", pondera.
"A Rússia está fazendo tudo que depende dela para que o conflito no leste da Ucrânia passe da fase militar atual para as negociações e resolução por meios pacíficos e excecionalmente diplomáticos", completa.
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Embaixada criticou veículos por culparem Putin pela queda do avião O , o que os deixa "perplexos e indignados". Segundo o documento, a apuração deve ter caráter internacional e ser conduzida com o papel central da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e outras instituições.
De acordo com a embaixada, a Rússia também recorreu às duas partes do conflito ucraniano para providenciar o acesso de peritos internacionais à região do acidente. "Ninguém tem direito de usar essa tragédia para alcançar seus objetivos políticos interesseiros. Tais acontecimentos devem unir as pessoas ao invés de separá-las", pondera.
"A Rússia está fazendo tudo que depende dela para que o conflito no leste da Ucrânia passe da fase militar atual para as negociações e resolução por meios pacíficos e excecionalmente diplomáticos", completa.
O avião da Malaysia Airlines MH17 viajava de Amsterdã, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia, com 298 pessoas a bordo e caiu próximo à fronteira entre Ucrânia e Rússia. Todos morreram. Em março deste ano, outro Boeing da mesma empresa desapareceu no Oceano Índico.

