Em tempo real, The Intercept faz críticas e elogios aos jornalistas e ao entrevistado do Roda Viva
A live da equipe do The Intercept Brasil comentando a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no Roda Viva, da TV Cultura, teve 139.
Atualizado em 21/01/2020 às 15:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
The Intercept Brasil comentando a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no Roda Viva, da TV Cultura, teve 139.059 visualizações às 14h50 o dia 21/01 em seu canal do YouTube. O programa de estreia da jornalista Vera Magalhães no comando da bancada registrou 1,5 ponto na medição prévia. Em São Paulo, um ponto de audiência representa 74.987 domicílios e 203.309 indivíduos. Crédito:Reprodução
"Em determinado momento estávamos com metade da audiência do próprio Roda Viva. Obrigado a todos! Faremos mais esse ano (não necessariamente comentando outros programas, esse foi um caso excepcional). O que acham?", escreveu o editor Leandro Demori, no Twitter. A equipe decidiu fazer a live por não ter sido convidada para participar da bancada.
Crédito:Reprodução Desde junho de 2019, The Intercept Brasil tem publicado uma série de reportagens com vazamento de conversas no Telegram envolvendo o então juiz Sergio Moro e procuradores da operação Lava Jato, caso conhecido como Vaza Jato. No programa, Moro chamou a Vaza Jato de bobajarada. “Sempre achei uma monte de ‘bobajarada’. Nunca entendi direito a importância daquilo”, disse. A redação comentou de forma incomum a atuação dos colegas jornalistas e no final fez uma avaliação dos desempenhos “o programa foi muito bom. A Vera conduziu muito bem, não estava nervosa, Moura Brasil foi um vexame, foi um erro convidar....mas os outros colegas foram muito bem, a Malu (Gaspar) e o Leandro Colon mandaram melhor que os outros. E faltou gente da Vaza Jato, podia ser da Folha, do Buzzfeed, do El Pais, não precisa ser a gente”. Vera Magalhães comentou as críticas e elogios, mas lançou uma indireta. "Assistir a um programa de entrevistas como numa arquibancada de futebol, "torcendo" por este ou aquele e dando notas (!) para os desempenhos é infantil, redutor e impede que se cotejem os pontos de vista. De quem pergunta e de quem responde", tuitou.
Denúncia O Ministério Público Federal de Brasília denunciou Greenwald e outras seis pessoas por acusação de envolvimento no hackeamento de contas do Telegram de autoridades, como Moro e o coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagol.
Segundo o procurador Wellington Oliveira, em um áudio encontrado em um computador apreendido, o jornalista orientou o grupo de hackers a apagar mensagens, o que caracteriza "clara conduta de participação auxiliar no delito, buscando subverter a ideia de proteção a fonte jornalística em uma imunidade para orientação de criminosos”.
Uma liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedida em 2019, determinou que o jornalista não fosse investigado.
"Recebemos com perplexidade a informação de que há uma denúncia contra o jornalista Glenn Grenwald, cofundador do The Intercept. Trata-se de um expediente tosco que visa desrespeitar a autoridade da medida cautelar concedida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 601, do Supremo Tribunal Federal, para além de ferir a liberdade de imprensa e servir como instrumento de disputa política. Seu objetivo é depreciar o trabalho jornalístico de divulgação de mensagens realizado pela equipe do The Intercept Brasil em parceria com outros veículos da mídia nacional e estrangeira. Os advogados de Glenn Grenwald preparam a medida judicial cabível e pedirão que a Associação Brasileira de Imprensa, por sua importância e representatividade, cerre fileiras em defesa do jornalista agredido", diz a defesa do jornalista, em nota.
"Em determinado momento estávamos com metade da audiência do próprio Roda Viva. Obrigado a todos! Faremos mais esse ano (não necessariamente comentando outros programas, esse foi um caso excepcional). O que acham?", escreveu o editor Leandro Demori, no Twitter. A equipe decidiu fazer a live por não ter sido convidada para participar da bancada.
Crédito:Reprodução Desde junho de 2019, The Intercept Brasil tem publicado uma série de reportagens com vazamento de conversas no Telegram envolvendo o então juiz Sergio Moro e procuradores da operação Lava Jato, caso conhecido como Vaza Jato. No programa, Moro chamou a Vaza Jato de bobajarada. “Sempre achei uma monte de ‘bobajarada’. Nunca entendi direito a importância daquilo”, disse. A redação comentou de forma incomum a atuação dos colegas jornalistas e no final fez uma avaliação dos desempenhos “o programa foi muito bom. A Vera conduziu muito bem, não estava nervosa, Moura Brasil foi um vexame, foi um erro convidar....mas os outros colegas foram muito bem, a Malu (Gaspar) e o Leandro Colon mandaram melhor que os outros. E faltou gente da Vaza Jato, podia ser da Folha, do Buzzfeed, do El Pais, não precisa ser a gente”. Vera Magalhães comentou as críticas e elogios, mas lançou uma indireta. "Assistir a um programa de entrevistas como numa arquibancada de futebol, "torcendo" por este ou aquele e dando notas (!) para os desempenhos é infantil, redutor e impede que se cotejem os pontos de vista. De quem pergunta e de quem responde", tuitou.
Denúncia O Ministério Público Federal de Brasília denunciou Greenwald e outras seis pessoas por acusação de envolvimento no hackeamento de contas do Telegram de autoridades, como Moro e o coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagol.
Segundo o procurador Wellington Oliveira, em um áudio encontrado em um computador apreendido, o jornalista orientou o grupo de hackers a apagar mensagens, o que caracteriza "clara conduta de participação auxiliar no delito, buscando subverter a ideia de proteção a fonte jornalística em uma imunidade para orientação de criminosos”.
Uma liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedida em 2019, determinou que o jornalista não fosse investigado.
"Recebemos com perplexidade a informação de que há uma denúncia contra o jornalista Glenn Grenwald, cofundador do The Intercept. Trata-se de um expediente tosco que visa desrespeitar a autoridade da medida cautelar concedida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 601, do Supremo Tribunal Federal, para além de ferir a liberdade de imprensa e servir como instrumento de disputa política. Seu objetivo é depreciar o trabalho jornalístico de divulgação de mensagens realizado pela equipe do The Intercept Brasil em parceria com outros veículos da mídia nacional e estrangeira. Os advogados de Glenn Grenwald preparam a medida judicial cabível e pedirão que a Associação Brasileira de Imprensa, por sua importância e representatividade, cerre fileiras em defesa do jornalista agredido", diz a defesa do jornalista, em nota.





