Em artigo, José Sarney critica cobertura da mídia sobre crise em penitenciárias do MA
Pela primeira vez, desde o polêmico episódio no presídio de Pedrinhas, no Maranhão, o ex-presidente do Brasil e senador do Amapá, José Sarney (PMDB), se manifestou sobre a falha na gestão pública do estado, que é administrado por sua filha, Roseana Sarney (PMDB).
Atualizado em 27/01/2014 às 09:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Além de se posicionar sobre o governo, o político aproveitou para criticar a cobertura da mídia diante da crise.
Crédito:Agência Brasil Ex-presidente usou números positivos sobre o Estado para rebater críticas da mídia
Segundo o Diário de Pernambuco , em um , Sarney diz que “ama o Maranhão” e menciona o padre Antônio Vieira ao alegar que não pode pecar pela omissão e fala de sua dor “com a massacre com a nossa terra que está havendo na mídia nacional”. Para ele, o Maranhão vive num período de pleno desenvolvimento social, político e econômico.
"Não se diz que hoje temos o 3º porto do Brasil, nem que crescemos 15,3% enquanto o Brasil cresceu 2,2%, nem que exportamos 3,5 milhões de toneladas de grãos e somos o 16º PIB do país. Que a pobreza baixou de 23% para 13% e para este ano temos uma projeção de 5%. Todos os índices sociais estão melhorando", escreveu.
O político lamenta ainda o suposto oportunismo de adversários políticos, que estariam buscando conquistar votos com a exploração da crise. "Algumas pessoas que visitaram o Maranhão me disseram terem tido uma grande surpresa quando, em vez de ver esse Maranhão que eles mostram lá fora, veem um Maranhão de paz, de gente pacífica e de progresso. Venham ver o Maranhão e se tiverem senso de justiça vão aderir ao “EU AMO O MARANHÃO”. Aqui não é terra de bandidos, é lugar de gente abençoada e boa”, acrescentou.
Crédito:Agência Brasil Ex-presidente usou números positivos sobre o Estado para rebater críticas da mídia
Segundo o Diário de Pernambuco , em um , Sarney diz que “ama o Maranhão” e menciona o padre Antônio Vieira ao alegar que não pode pecar pela omissão e fala de sua dor “com a massacre com a nossa terra que está havendo na mídia nacional”. Para ele, o Maranhão vive num período de pleno desenvolvimento social, político e econômico.
"Não se diz que hoje temos o 3º porto do Brasil, nem que crescemos 15,3% enquanto o Brasil cresceu 2,2%, nem que exportamos 3,5 milhões de toneladas de grãos e somos o 16º PIB do país. Que a pobreza baixou de 23% para 13% e para este ano temos uma projeção de 5%. Todos os índices sociais estão melhorando", escreveu.
O político lamenta ainda o suposto oportunismo de adversários políticos, que estariam buscando conquistar votos com a exploração da crise. "Algumas pessoas que visitaram o Maranhão me disseram terem tido uma grande surpresa quando, em vez de ver esse Maranhão que eles mostram lá fora, veem um Maranhão de paz, de gente pacífica e de progresso. Venham ver o Maranhão e se tiverem senso de justiça vão aderir ao “EU AMO O MARANHÃO”. Aqui não é terra de bandidos, é lugar de gente abençoada e boa”, acrescentou.





