Em 2010, morreram quase dois jornalistas por semana, segundo levantamento da Insi
Em 2010, morreram quase dois jornalistas por semana, segundo levantamento da Insi
Atualizado em 12/01/2011 às 18:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Dados do Instituto Internacional para a Segurança da Imprensa (Insi), divulgados nesta quarta-feira (12), revelam que, em 2010, morreram 97 jornalistas em todo o mundo em decorrência de seu passado, numa média de quase dois por semana.
Do total, 85 foram assassinados; os demais morreram em fogo cruzado ou em incidentes, como o caso do cinegrafista da Guatemala atingido pela lava e pelas rochas enquanto tentava filmar a erupção de um vulcão. "É um preço terrível por nossas notícias", disse o diretor do Insi, Rodney Pinder.
"A maioria das vítimas não é formada por correspondentes estrangeiros em zonas de guerra, mas por repórteres trabalhando em seus próprios países, buscando expor a criminalidade e a corrupção." O número global diminuiu em relação às 133 mortes registradas em 2009.
Entre os trinta países pesquisados, o Paquistão foi o mais violento, com 16 mortes. México e Honduras vieram em seguida, com dez mortes cada, com o Iraque na quarta posição, com seus fatalidades. As informações são da agência de notícias Reuters.
Leia mais

Do total, 85 foram assassinados; os demais morreram em fogo cruzado ou em incidentes, como o caso do cinegrafista da Guatemala atingido pela lava e pelas rochas enquanto tentava filmar a erupção de um vulcão. "É um preço terrível por nossas notícias", disse o diretor do Insi, Rodney Pinder.
"A maioria das vítimas não é formada por correspondentes estrangeiros em zonas de guerra, mas por repórteres trabalhando em seus próprios países, buscando expor a criminalidade e a corrupção." O número global diminuiu em relação às 133 mortes registradas em 2009.
Entre os trinta países pesquisados, o Paquistão foi o mais violento, com 16 mortes. México e Honduras vieram em seguida, com dez mortes cada, com o Iraque na quarta posição, com seus fatalidades. As informações são da agência de notícias Reuters.
Leia mais






