Editora Globo adota papel certificado em todas suas publicações
Editora Globo adota papel certificado em todas suas publicações
As revistas da Editora Globo passam a estampar um novo ícone em suas capas a partir de fevereiro: o símbolo do Forest Stewardship Council (FSC), uma das mais respeitadas entidades de preservação de florestas do mundo.
O FSC se tornou uma referência mundial ao criar um detalhado sistema para avaliar tanto do ponto de vista ambiental quanto social a extração da madeira usada na fabricação de móveis e papéis. A certificação FSC é reconhecida mundialmente por seu rigor e seriedade. É a única apoiada pelo Greenpeace e pela WWF, duas organizações ambientais de destaque internacional.
A Editora Globo adotará essa certificação em todos seus títulos. Ela é uma das ações mais importantes em seu programa de sustentabilidade. Com isso, a empresa pretende diminuir o impacto de suas atividades sobre o meio ambiente. "Nosso compromisso ambiental, presente com destaque na nossa cobertura editorial, também faz parte das nossas práticas empresariais", afirma Frederic Kachar, diretor geral da Editora Globo.
O uso de papel certificado começa nas edições com data de capa de fevereiro, em 9 dos 13 títulos da Editora Globo. "Dentro de mais 90 dias, todos os títulos da editora usarão papel certificado", diz Fábio Amato, diretor de Operações e Suprimentos da Editora Globo. O selo do FSC atesta que não houve desmatamento para produzir o papel e também que todos os direitos dos trabalhadores envolvidos na extração da madeira foram respeitados.
O FSC também avalia a relação entre as empresas madeireiras e as comunidades do entorno da floresta. O objetivo é assegurar que os habitantes não tenham sido prejudicados pela exploração da área. "A certificação também revela nosso compromisso com o respeito aos direitos humanos", afirma Kachar.
As publicações da Editora Globo só podem estampar o selo FSC em suas capas porque todo o processo de produção do papel - desde a floresta até a fábrica - é acompanhado e certificado. Empresas credenciadas pelo FSC fazem auditorias nas madeireiras e nas fábricas para garantir que os princípios do FSC estão sendo cumpridos.
A indústria que transforma a madeira em papel deve contar com um sistema de produção que garanta que a madeira que veio de áreas certificadas não se misture com outras de procedência incerta. O mesmo acontece nas gráficas que imprimem as revistas.
Elas só recebem a certificação FSC se adotarem processos que não misturem papéis certificados aos sem certificação. "Até a revista ficar pronta, todas as empresas que mexem com o papel precisam ser certificadas pelo FSC", diz Amato. "Essa certificação garante a rastreabilidade da matéria-prima desde a floresta, passando por todas as etapas de transformação do papel."
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