Na semana passada, um gibi da série Batman, editado no Brasil pela Panini, serviu de argumento para iniciar uma discussão política quando a palavra "nasty" (asqueroso, nojento, indecente), da versão estadunidense da história, foi traduzida para o português como "petralha".
Cunhado pelo jornalista Reinaldo Azevedo, articulista da Veja , "petralha" é utilizado para designar os desvios de conduta de alguns integrantes do PT, notórios durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
O "erro", admitido pelo próprio editor da linha DC Comics da Panini, Levir Trindade, foi acreditar que o termo já tinha se transformado em vocabulário comum, como uma gíria para classificar o mau-caratismo.
"Nosso erro foi pressupor que uma gíria que já perdeu o seu caráter político em alguns lugares, não o tenha perdido em todos. Não estávamos querendo tecer nenhuma crítica a partido algum. Acho que já deixei isso bastante claro. Só não entende quem não quiser", explicou o editor.
A polêmica apontada pelo site interney, que trata do universo HQ, circulou pela Internet e repercutiu em diversos blogs e sites noticiosos.
Diante da polêmica de suposta perseguição política, o editor reiterou sua explicação. "A empresa ressalta que não tem qualquer intenção de utilizar seus produtos editoriais de entretenimento para fins políticos".
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| Reprodução | |
| Edição do "petralha" |
O "erro", admitido pelo próprio editor da linha DC Comics da Panini, Levir Trindade, foi acreditar que o termo já tinha se transformado em vocabulário comum, como uma gíria para classificar o mau-caratismo.
"Nosso erro foi pressupor que uma gíria que já perdeu o seu caráter político em alguns lugares, não o tenha perdido em todos. Não estávamos querendo tecer nenhuma crítica a partido algum. Acho que já deixei isso bastante claro. Só não entende quem não quiser", explicou o editor.
A polêmica apontada pelo site interney, que trata do universo HQ, circulou pela Internet e repercutiu em diversos blogs e sites noticiosos.
Diante da polêmica de suposta perseguição política, o editor reiterou sua explicação. "A empresa ressalta que não tem qualquer intenção de utilizar seus produtos editoriais de entretenimento para fins políticos".
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