Dois anos após sair do ar, Megaupload é processado por gravadoras e estúdios
Quatro gravadoras e seis estúdios cinematográficos dos Estados Unidos processaram o Megaupload por violar direitos autorais.
Atualizado em 11/04/2014 às 19:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última quinta-feira (10/4), q uatro gravadoras dos Estados Unidos entraram com ações judiciais contra o extinto serviço de compartilhamento de arquivos, o Megaupload, e seu criador, o alemão Kim Dotcom. Na terça (8/4), seis estúdios cinematográficos também exigiram ressarcimento por "prejuízos com a pirataria" do site.
Segundo a Reuters, os autores da ação mais recente são Warner, UMG, Sony Music e Capitol Records. Entre as produtoras de cinema, estão Disney, Fox, Paramount, Universal, Columbia e Warner Bros.
Segundo a acusação, os réus "se envolveram em, encorajaram ativamente e lucraram com violações em massa de direitos autorais". O Megaupload foi tirado do ar 2012 pelo governo dos EUA, sob as mesmas acusações de violações de diretos autorais.
Dotcom, fundador do Megaupload, diz que o serviço era apenas um "depósito" digital, e não tinha responsabilidade sobre conteúdos compartilhados ilegalmente. O empresário vive sob liberdade condicional na Nova Zelândia, sob ameaça de ser extraditado pelo FBI.
Segundo a Reuters, os autores da ação mais recente são Warner, UMG, Sony Music e Capitol Records. Entre as produtoras de cinema, estão Disney, Fox, Paramount, Universal, Columbia e Warner Bros.
Segundo a acusação, os réus "se envolveram em, encorajaram ativamente e lucraram com violações em massa de direitos autorais". O Megaupload foi tirado do ar 2012 pelo governo dos EUA, sob as mesmas acusações de violações de diretos autorais.
Dotcom, fundador do Megaupload, diz que o serviço era apenas um "depósito" digital, e não tinha responsabilidade sobre conteúdos compartilhados ilegalmente. O empresário vive sob liberdade condicional na Nova Zelândia, sob ameaça de ser extraditado pelo FBI.





