Dia oficial da campanha de proteção à liberdade de imprensa nos EUA lembra principais ameaças a jornalistas no país

Nesta quinta-feira, 7 de novembro, uma série de iniciativas marca o dia oficial da campanha #ProtectPressFreedom, que visa resguardar a liberdade de imprensa nos EUA.

Atualizado em 07/11/2019 às 10:11, por Redação Portal IMPRENSA.

Junta-se a nós no 7 de novembro", publicou no Twitter o Comitê de Proteção a Jornalistas (CPJ).
Entre as principais ameaças à liberdade de imprensa nos EUA, o site oficial da campanha #ProtectPressFreedom lista em primeiro lugar a intimidação legal e a retaliação, "geralmente usadas para silenciar o trabalho de reportagem".
O uso pelo governo de subterfúgios legais para negar acesso a informações vem em segundo lugar na lista, seguido pelas ameaças exercidas por membros do governo americano contra jornalistas e veículos de comunicação. Crédito:Reprodução #ProtectPressFreedom Campanha de proteção à liberdade de imprensa nos EUA é inspirada em frase histórica de Thomas Jefferson: "Não há América livre sem liberdade de imprensa:
Violência física, assédio e declínio da viabilidade financeira de veículos locais ("mais de um entre 5 jornais fecharam nos EUA nos últimos 15 anos, criando desertos de notícias locais") também estão entre as principais ameaças à liberdade de imprensa nos EUA apontadas pelo #ProtectPressFreedom.
"Se nossa imprensa for silenciada, não existirá mais liberdade nos EUA", diz o slogan da campanha. A frase é inspirada em citação de Thomas Jefferson feita em 1786, quando, a despeito de suas frustrações com os meios de comunicação, ele insistiu que a liberdade dos EUA dependia da liberdade de imprensa. Tal informação e muitas outras estão disponíveis em um teste de conhecimentos sobre liberdade de imprensa nos EUA disponível no site do #ProtectPressFreedom.