Dia Internacional da Mulher: Globo Repórter terá programa especial sobre iniciativas de capacitação feminina
A edição do Globo Repórter exibida no dia 8 de março apresenta uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O programa será apresentado p
Atualizado em 29/02/2024 às 16:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
A edição do Globo Repórter exibida no dia 8 de março apresenta uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
O programa será apresentado pelas jornalistas Ana Paula Araújo, Dulcineia Novaes, Aline Aguiar, Sandra Annenberg e Zileide Silva. A equipe produziu matérias sobre projetos de capacitação feminina criados por mulheres em diferentes partes do Brasil. Crédito: Reprodução O Globo Ana Paula Araújo,Dulcineia Novaes, Aline Aguiar e Zileide Silva: matérias sobre exemplos de cooperação entre as mulheres
Importância de se ajudar
Feitas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e São Paulo, as reportagens também buscam mostrar exemplos de cooperação.
"As mulheres ainda vivem muito à sombra do machismo, da competição feminina. O programa imprime a importância de a gente se ajudar. Quando uma trabalha pela outra, todas se levantam. Todas nós podemos ser salvas pelas mãos de outra mulher", diz Sandra Annemberg, destacando a presença feminina não apenas diante das câmeras, mas também na área técnica.
"É um programa em que a voz feminina foi ouvida e falada a todo o tempo. É um programa de mulheres para mulheres."
O programa será apresentado pelas jornalistas Ana Paula Araújo, Dulcineia Novaes, Aline Aguiar, Sandra Annenberg e Zileide Silva. A equipe produziu matérias sobre projetos de capacitação feminina criados por mulheres em diferentes partes do Brasil. Crédito: Reprodução O Globo Ana Paula Araújo,Dulcineia Novaes, Aline Aguiar e Zileide Silva: matérias sobre exemplos de cooperação entre as mulheres
Importância de se ajudar
Feitas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e São Paulo, as reportagens também buscam mostrar exemplos de cooperação.
"As mulheres ainda vivem muito à sombra do machismo, da competição feminina. O programa imprime a importância de a gente se ajudar. Quando uma trabalha pela outra, todas se levantam. Todas nós podemos ser salvas pelas mãos de outra mulher", diz Sandra Annemberg, destacando a presença feminina não apenas diante das câmeras, mas também na área técnica.
"É um programa em que a voz feminina foi ouvida e falada a todo o tempo. É um programa de mulheres para mulheres."





