Cozinha da mídia: Hermano Henning vira garoto propaganda de Garotinho
Cozinha da mídia: Hermano Henning vira garoto propaganda de Garotinho
Atualizado em 01/03/2005 às 12:03, por
Pedro Venceslau - pedrovenceslau@portalimprensa.com.br.
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Depois de Lorena Calábria, no Banco Santos, Joelmir Beting, no Bradesco e Marília Gabriela, na Embratel, chegou a vez de Hermano Henning, âncora do "Jornal do SBT" entrar para a controversa lista de jornalistas que estrelam campanhas publicitárias. O assunto divide a categoria. De um lado, os "puros" acreditam que jornalismo não combina com propaganda. Joelmir, por exemplo, teve sua coluna ejetada dos jornais "O Globo" e "Estado de S.Paulo" depois de estrelar a campanha do Bradesco. Do outro lado, nomes como Luís Nassif, que foi garoto propaganda do Unibanco nos anos 80, Joelmir e cia não acreditam que exista problema em conciliar a redação com o marketing. Será?
Jairo Bauer, o repórter
Jairo Bauer é psiquiatra, mas bem que poderia ser repórter. No último domingo, ele encerrou a excelente série "Drogas - a onda química" no Fantástico. Mesmo em horário nobre, e em um dos programas mais tradicionais da TV brasileira, Bauer fez uma série de reportagens esclarecedoras e sem preconceitos, onde cada droga foi tratada segundo sua periculosidade real, sem caretice nem adjetivos. Quando falou sobre maconha, por exemplo, o programa fez questão de chamar atenção para os exageros cometidos pela polícia em caso de prisões por porte de pequenas quantidades. Um golaço.
Depois de Lorena Calábria, no Banco Santos, Joelmir Beting, no Bradesco e Marília Gabriela, na Embratel, chegou a vez de Hermano Henning, âncora do "Jornal do SBT" entrar para a controversa lista de jornalistas que estrelam campanhas publicitárias. O assunto divide a categoria. De um lado, os "puros" acreditam que jornalismo não combina com propaganda. Joelmir, por exemplo, teve sua coluna ejetada dos jornais "O Globo" e "Estado de S.Paulo" depois de estrelar a campanha do Bradesco. Do outro lado, nomes como Luís Nassif, que foi garoto propaganda do Unibanco nos anos 80, Joelmir e cia não acreditam que exista problema em conciliar a redação com o marketing. Será?
Jairo Bauer, o repórter
Jairo Bauer é psiquiatra, mas bem que poderia ser repórter. No último domingo, ele encerrou a excelente série "Drogas - a onda química" no Fantástico. Mesmo em horário nobre, e em um dos programas mais tradicionais da TV brasileira, Bauer fez uma série de reportagens esclarecedoras e sem preconceitos, onde cada droga foi tratada segundo sua periculosidade real, sem caretice nem adjetivos. Quando falou sobre maconha, por exemplo, o programa fez questão de chamar atenção para os exageros cometidos pela polícia em caso de prisões por porte de pequenas quantidades. Um golaço.






