Costa do Marfim suspende transmissão de redes de TV internacionais no país
Costa do Marfim suspende transmissão de redes de TV internacionais no país
Atualizado em 03/12/2010 às 08:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
As transmissões das redes de televisão internacionais que atuam na Costa do Marfim estão suspensas por tempo indeterminado desde a última quinta-feira (02), conforme anunciou o Conselho Nacional de Comunicação Audiovisual (CNCA) do país. O órgão alegou que a medida foi tomada para "garantir a paz social fortemente afetada" pelas eleições presidenciais, realizadas no último domingo (28).
Segundo informações das agências de notícias, os resultados do pleito foram anunciados na quinta pela Comissão Eleitoral e invalidados no mesmo dia. A vitória do oposicionista Alassane Ouattara, que teve mais de 54% dos votos, aumentaram a tensão na Costa do Marfim. Aliados do atual presidente Laurent Gbagbo - que concorreu à reeleição - afirmaram que a votação foi fraudulenta, e pediram ao conselho para anular a votação.
O Exército local também fechou todas as fronteiras do país, com o intuito de garantir a ordem. As eleições deste ano tinham como objetivo unificar o país, dividido após as duas guerras civis em 2002 e 2003. O presidente do Conselho Constitucional da Cosata do Marfim, Paul Yao N'dré, afirmuo que o órgão se pronunciará sobre os pedidos de realização de segundo turno nas "próximas horas".
A confusão gerada pelas eleições no país africano chamou a atenção do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA). A instituição ameaçou "tomar as medidas apropriadas" caso haja tentativas de criar obstáculos ao "processo eleitoral, e, em particular, contra o trabalho da Comissão Eleitoral Independente (CEI)" da Costa do Marfim.
Em novembro deste ano, o Conselho da ONU impôs embargo de armas e diamantes na região, com a possibilidade de liberar os produtos ao país caso as eleições transcorressem sem problemas.
Em 2009, o Conselho Nacional da Imprensa (CNP) da Costa do Marfim proibiu a divulgação de sondagens sobre os candidatos às eleições presidenciais deste ano, alegando que é "proibido publicar ou difundir estimativas de votos ou efetuar sondagens de qualquer forma, a partir da publicação da lista eleitoral provisória". Além disso, a CNP declarou na época que este tipo informação poderia "desorientar os eleitores".
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Segundo informações das agências de notícias, os resultados do pleito foram anunciados na quinta pela Comissão Eleitoral e invalidados no mesmo dia. A vitória do oposicionista Alassane Ouattara, que teve mais de 54% dos votos, aumentaram a tensão na Costa do Marfim. Aliados do atual presidente Laurent Gbagbo - que concorreu à reeleição - afirmaram que a votação foi fraudulenta, e pediram ao conselho para anular a votação.
O Exército local também fechou todas as fronteiras do país, com o intuito de garantir a ordem. As eleições deste ano tinham como objetivo unificar o país, dividido após as duas guerras civis em 2002 e 2003. O presidente do Conselho Constitucional da Cosata do Marfim, Paul Yao N'dré, afirmuo que o órgão se pronunciará sobre os pedidos de realização de segundo turno nas "próximas horas".
A confusão gerada pelas eleições no país africano chamou a atenção do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA). A instituição ameaçou "tomar as medidas apropriadas" caso haja tentativas de criar obstáculos ao "processo eleitoral, e, em particular, contra o trabalho da Comissão Eleitoral Independente (CEI)" da Costa do Marfim.
Em novembro deste ano, o Conselho da ONU impôs embargo de armas e diamantes na região, com a possibilidade de liberar os produtos ao país caso as eleições transcorressem sem problemas.
Em 2009, o Conselho Nacional da Imprensa (CNP) da Costa do Marfim proibiu a divulgação de sondagens sobre os candidatos às eleições presidenciais deste ano, alegando que é "proibido publicar ou difundir estimativas de votos ou efetuar sondagens de qualquer forma, a partir da publicação da lista eleitoral provisória". Além disso, a CNP declarou na época que este tipo informação poderia "desorientar os eleitores".
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