Corte de gastos na BBC tem gerado debate global sobre emissoras públicas
Os recentes debates acerca de uma reformulação na BBC, como as possíveis mudanças na programação e no modelo de financiamento da emissora, geraram discussões globais sobre os limites das redes de televisão públicas.
Atualizado em 04/08/2015 às 17:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
uma reformulação na , como as possíveis mudanças na programação e no modelo de financiamento da emissora, geraram discussões globais sobre os limites das redes de televisão públicas.
Crédito:Wikimedia commons Cortes de investimento na BBC levantam debates sobre TVs públicas no mundo
Segundo a BBC Brasil, o possível "corte orçamentário" na emissora britânica é um reflexo do que tem acontecido em redes de TV do mundo inteiro. A grande crítica da população e dos próprios órgãos regularizadores das emissoras é de que a diminuição do investimento acabe por interferir qualitativamente na programação dos canais.
Os governos de Canadá e Austrália já começam a estudar a possibilidade de diminuírem os gastos com a CBC e a ABC. No Brasil, a TV Brasil tem sido vítima de uma baixa audiência aliada a algumas acusações de dependência financeira do governo.
Crédito:Wikimedia commons Cortes de investimento na BBC levantam debates sobre TVs públicas no mundo
Segundo a BBC Brasil, o possível "corte orçamentário" na emissora britânica é um reflexo do que tem acontecido em redes de TV do mundo inteiro. A grande crítica da população e dos próprios órgãos regularizadores das emissoras é de que a diminuição do investimento acabe por interferir qualitativamente na programação dos canais.
Os governos de Canadá e Austrália já começam a estudar a possibilidade de diminuírem os gastos com a CBC e a ABC. No Brasil, a TV Brasil tem sido vítima de uma baixa audiência aliada a algumas acusações de dependência financeira do governo.
"As pessoas que querem diminuir a influência dos serviços públicos são ou as que não estão ganhando tanto dinheiro quanto queriam ou são governos que querem exercer mais controle sobre o que está sendo dito", comentou Robin Lustig, ex-funcionário da BBC.





