“Correspondentes precisam de mais segurança”, diz jornalista peruana
Correspondentes estrangeiros debateram os desafios de ser jornalista na América Latina
Atualizado em 18/11/2014 às 12:11, por
Gabriela Ferigato.
Em diversas coberturas de conflito, como manifestações de rua, os veículos de comunicação devem garantir a segurança de seus profissionais. Segundo a correspondente estrangeira Verónica Goyzueta, do jornal espanhol ABC , é exatamente isso que os jornalistas estrangeiros precisam.
Crédito: Verónica é correspondente do jornal espanhol ABC Verónica, que participou da 3ª edição do mídia.JOR, realizado por IMPRENSA nos dias 17 e 18/11, em São Paulo, afirmou que muitos correspondentes atuam no Brasil como freelancer e de forma independente.
“Em coberturas mais delicadas, que envolvem questões como narcotráfico ou manifestações, não contamos com essa estrutura de grandes veículos, que fornecem capacete, colete etc. O correspondente freelancer tem que arcar com sua própria segurança e se responsabilizar por ele mesmo”, afirma.
De acordo com um relatório divulgado pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), nos últimos anos houve um forte retrocesso na liberdade de imprensa na América Latina. Para Verónica, essa realidade reflete problemas que provavelmente não acontecem em Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, ou seja, grandes cidades. “São fatos que ocorrem em locais mais afastados, como Amazônia e nas fronteiras. Nesses lugares os jornalistas correm mais perigo”, opina.
Sobre omídia.JOR Seminário de comunicação que discute o presente e o futuroda imprensa no país e no mundo, atualizando os paradigmas da comunicação à luzd o novo cenário social, tecnológico, político e econômico. É uma referência para profissionais das redações e das assessorias de comunicação, pensadores e pesquisadores de jornalismo, estudantes e professores, e para a sociedade civil que se interessa por jornalismo, comunicação e novas tecnologias. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas
Crédito: Verónica é correspondente do jornal espanhol ABC Verónica, que participou da 3ª edição do mídia.JOR, realizado por IMPRENSA nos dias 17 e 18/11, em São Paulo, afirmou que muitos correspondentes atuam no Brasil como freelancer e de forma independente.
“Em coberturas mais delicadas, que envolvem questões como narcotráfico ou manifestações, não contamos com essa estrutura de grandes veículos, que fornecem capacete, colete etc. O correspondente freelancer tem que arcar com sua própria segurança e se responsabilizar por ele mesmo”, afirma.
De acordo com um relatório divulgado pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), nos últimos anos houve um forte retrocesso na liberdade de imprensa na América Latina. Para Verónica, essa realidade reflete problemas que provavelmente não acontecem em Brasília, São Paulo ou Rio de Janeiro, ou seja, grandes cidades. “São fatos que ocorrem em locais mais afastados, como Amazônia e nas fronteiras. Nesses lugares os jornalistas correm mais perigo”, opina.
Sobre omídia.JOR Seminário de comunicação que discute o presente e o futuroda imprensa no país e no mundo, atualizando os paradigmas da comunicação à luzd o novo cenário social, tecnológico, político e econômico. É uma referência para profissionais das redações e das assessorias de comunicação, pensadores e pesquisadores de jornalismo, estudantes e professores, e para a sociedade civil que se interessa por jornalismo, comunicação e novas tecnologias. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas





