Correspondentes poloneses enviados a regiões do leste da Ucrânia, controlada por separatistas pró-Rússia, denunciaram as condições precárias de trabalho na área ao lembrar do ataque a uma repórter, baleada pelos rebeldes no último domingo (27/7).
Crédito:Reprodução Wojcniech Bojaowski teve veículo alvejado na Ucrânia
De acordo com a EFE, o correspondente da TVN, Wojcn iech Bojaowski, relatou um ataque ao veículo em que sua equipe estava. "Não acho que quisessem nos ferir, mas nos avisar que não devíamos continuar avançando, provavelmente porque havia algo que não devíamos ver", disse ao pontuar que possuía todos os distintivos de imprensa internacional.
A repórter ferida no domingo (27/7), Bianka Zalewska, da rede Espresso TV, comentou o ataque à TVN. "Não foi um franco-atirador que disparou contra nós, também não foi artilharia, se tratava de tiros de metralhadora, provavelmente Kalashnikov", esclareceu.
O jornalista Piotr Andrusieshko, do diário Gazeta Wyborcza , ressaltou que trabalhar numa área controlada por separatistas do leste da Ucrânia é "muito difícil para os jornalistas ocidentais", uma vez que o caos é crescente na ausência de uma autoridade. "Essas coisas acontecem às vezes quando você entra em uma zona de conflito", reconheceu ele, que esteve preso em Donetsk por fotografar um edifício administrativo.
Para os jornalistas poloneses, a região controlada pelas forças do governo ucraniano é melhor, já que os soldados do exército regular tornam "mais fácil" o trabalho da imprensa. "É certo que se você é um jornalista russo os separatistas te darão mais facilidades", revelaram.
Crédito:Reprodução Wojcniech Bojaowski teve veículo alvejado na Ucrânia
De acordo com a EFE, o correspondente da TVN, Wojcn iech Bojaowski, relatou um ataque ao veículo em que sua equipe estava. "Não acho que quisessem nos ferir, mas nos avisar que não devíamos continuar avançando, provavelmente porque havia algo que não devíamos ver", disse ao pontuar que possuía todos os distintivos de imprensa internacional.
A repórter ferida no domingo (27/7), Bianka Zalewska, da rede Espresso TV, comentou o ataque à TVN. "Não foi um franco-atirador que disparou contra nós, também não foi artilharia, se tratava de tiros de metralhadora, provavelmente Kalashnikov", esclareceu.
O jornalista Piotr Andrusieshko, do diário Gazeta Wyborcza , ressaltou que trabalhar numa área controlada por separatistas do leste da Ucrânia é "muito difícil para os jornalistas ocidentais", uma vez que o caos é crescente na ausência de uma autoridade. "Essas coisas acontecem às vezes quando você entra em uma zona de conflito", reconheceu ele, que esteve preso em Donetsk por fotografar um edifício administrativo.
Para os jornalistas poloneses, a região controlada pelas forças do governo ucraniano é melhor, já que os soldados do exército regular tornam "mais fácil" o trabalho da imprensa. "É certo que se você é um jornalista russo os separatistas te darão mais facilidades", revelaram.

