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Conheça as finalistas da categoria Repórter de Revista da 7ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA

Conheça as finalistas da categoria Repórter de Revista da 7ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA

Em época de iPads e internet 3G, os repórteres de veículos impressos precisam reinventar-se e lançar um novo olhar sobre o jornalismo que produzem. E as redações de revistas são o laboratório perfeito para isso, dado a flexibilidade e natureza da publicação. O Troféu Mulher IMPRENSA também celebra as jornalistas que atuam nesse segmento. A seguir, as finalistas comentam a indicação e a presença feminina no mercado jornalístico.
"A mulher conquistou definitivamente o mercado de trabalho", diz Cristiane Segatto, repórter da revista Época e uma das finalistas da categoria. Para ela, "o jornalismo ganha com a integração de homens e mulheres", por conta da complementaridade de estilos e pontos de vista. Cristiane afirmou que se sentiu "extremamente honrada" com sua indicação, pelo fato de ter sido a única profissional a cobrir a área de saúde entre as finalistas. "Essa indicação desafia a crença de que o jornalismo sério e relevante orbita em torno dos temas de política e economia. Nos últimos 15 anos de dedicação exclusiva à saúde, trabalho para derrubar essa visão equivocada", atesta Cristiane.
Mariana Sanches, colega de Cristiane na Época , também concorre nessa categoria. Para ela, ser indicada como uma das finalistas ao prêmio também é fonte de motivação e uma ótima maneira de divulgar seu trabalho. "Acho reconhecimentos como o Troféu Mulher IMPRENSA fundamentais para as mulheres em uma sociedade em que, a despeito de todos os avanços, a questão do gênero é ainda uma fonte de discriminação, mesmo que velada", afirma Mariana.
Repórter da revista Piauí desde 2007 e uma das finalistas do Troféu Mulher IMPRENSA, Consuelo Dieguez afirma que a participação das mulheres nas redações brasileiras vem ganhando destaque e citou como exemplo a publicação em que trabalha. A Piauí conta com seis mulheres em uma equipe de oito jornalistas. Sobre o prêmio, diz ter se sentido lisonjeada: "A indicação, por si só, já é quase uma premiação. Fico feliz de estar concorrendo ao lado de profissionais de tão alto gabarito. Sinal de que nosso trabalho está sendo reconhecido".
Outra candidata ao prêmio é Solange Azevedo, editora e repórter especial da revista IstoÉ . Jornalista há pouco mais de 11 anos, a finalista acredita que a força de trabalho feminina nas redações do país é fundamental, mas que ainda encontra barreiras. "Só acho ruim que os cargos de chefia sejam ocupados, em sua maioria, por homens. Isso demonstra um desequilíbrio e que a discriminação ainda bastante forte no país", disse. Sobre a indicação, a repórter afirmou ser uma honra pessoal e profissional. "Acho que é a confirmação de que nós, mulheres, não somos melhores nem piores do que os homens. Somos apenas diferentes", declara Solange.
Laura Diniz, repórter de Veja , também é uma das concorrentes na categoria Repórter de Revista. A votação, iniciada no dia 24 de janeiro, continua até 15 de fevereiro no da sétima edição do Troféu Mulher IMPRENSA. Qualquer pessoa pode participar e indicar as vencedoras.

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