Congresso resiste ao armazenamento de dados no país previsto no Marco Civil da internet
O plano do governo brasileiro para armazenar dados no país enfrenta problemas com a crescente oposição no Congresso à medida. A ação já foi incorporado ao projeto do Marco Civil da Internet.
Atualizado em 05/11/2013 às 17:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
De acordo com a Reuters, o plano foi proposto após a revelação de que os EUA monitoraram conversas da presidente Dilma Rousseff e de outros milhões de brasileiros. A intenção é que os dados nacionais fiquem mais protegidos se armazenados no país.
A medida enfrenta, além da oposição de parte do Congresso, a resistência das grandes empresas da Internet, como Google e Facebook.
O relator do projeto do Marco Civil, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), é contra o armazenamento dos dados no país. "Há uma pressão, por parte do governo, para que os centros de dados fiquem no Brasil. O deputado tenta negociar para não incluir esta proposta em seu relatório. Mas ainda não há nada definido", disse um assessor dele.
Dilma insiste que a medida seja votada com urgência. No entanto, a pauta foi adiada novamente.





