Confederação Nacional de Comunicação Social define ações para representar associados
Formada por entidades patronais que representam a indústria da Comunicação e fundada em 13 de agosto de 2012, a Confederação Nacional da Comunicação Social (CNCS) teve sua criação oficializada no Diário Oficial da União em abril deste ano.
Atualizado em 27/08/2015 às 13:08, por
Alana Rodrigues*.
Agora, passa por uma fase de estruturação para operar conforme seus objetivos.
A CNCS reúne a Federação Nacional de Jornais e Revistas (Fenajore), a Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) e a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e tem na presidência André Luís Jungblut, que preside a Fenajore e é diretor da Gazeta Grupo de Comunicações, de Santa Cruz do Sul (RS).
“A ideia é atuar de forma articulada e harmônica com as demais entidades e as empresas. O setor tem uma agenda de temas de interesse muito ampla, e a ideia é ter um sistema sindical mais forte, representativo e alinhado, para reforçar esse processo desde as bases", diz Jungblut.
Além de unir as três federações, o objetivo é representar nacionalmente os associados em questões trabalhistas, sindicais, previdenciária e tributária, bem como a formação e qualificação profissional. "A Confederação surge como elemento de fortalecimento da representação do setor. A ideia é somar forças”, completa o presidente.
No início do mês, a CNCS discutiu as linhas de ações que deverão ser efetuadas a curto e médio prazos. O encontro teve a participação das três federações nacionais – Fenajore, das Empresas de Jornais e Revistas; Fenaert, das Empresas de Rádio e Televisão; e Fenapro, das Agências de Propaganda.
Ações
Em curto prazo, a entidade visa desenvolver um projeto de base de dados do setor de comunicação social, que deverá ser permanentemente atualizada, para permitir o rápido acesso às estatísticas do setor, com informações sobre o número e porte de empresas, empregos, faturamento e impostos. Outro projeto prioritário é o desenvolvimento de uma comunicação digital, com o objetivo de estruturar um processo de monitoramento dos principais temas das relações de trabalho. A ideia é construir uma agenda temática com as questões de interesse comum do setor e de cada Federação, além de definir os temas que requerem acompanhamento e orientação.
Conforme Jungblut, após estruturar os projetos, a CNCS deverá iniciar sua atuação efetiva a partir de 2016 "direcionada a lutar por propostas que beneficiem as empresas, seus trabalhadores e a sociedade."
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.
A CNCS reúne a Federação Nacional de Jornais e Revistas (Fenajore), a Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão (Fenaert) e a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e tem na presidência André Luís Jungblut, que preside a Fenajore e é diretor da Gazeta Grupo de Comunicações, de Santa Cruz do Sul (RS).
“A ideia é atuar de forma articulada e harmônica com as demais entidades e as empresas. O setor tem uma agenda de temas de interesse muito ampla, e a ideia é ter um sistema sindical mais forte, representativo e alinhado, para reforçar esse processo desde as bases", diz Jungblut.
Além de unir as três federações, o objetivo é representar nacionalmente os associados em questões trabalhistas, sindicais, previdenciária e tributária, bem como a formação e qualificação profissional. "A Confederação surge como elemento de fortalecimento da representação do setor. A ideia é somar forças”, completa o presidente.
No início do mês, a CNCS discutiu as linhas de ações que deverão ser efetuadas a curto e médio prazos. O encontro teve a participação das três federações nacionais – Fenajore, das Empresas de Jornais e Revistas; Fenaert, das Empresas de Rádio e Televisão; e Fenapro, das Agências de Propaganda.
Ações
Em curto prazo, a entidade visa desenvolver um projeto de base de dados do setor de comunicação social, que deverá ser permanentemente atualizada, para permitir o rápido acesso às estatísticas do setor, com informações sobre o número e porte de empresas, empregos, faturamento e impostos. Outro projeto prioritário é o desenvolvimento de uma comunicação digital, com o objetivo de estruturar um processo de monitoramento dos principais temas das relações de trabalho. A ideia é construir uma agenda temática com as questões de interesse comum do setor e de cada Federação, além de definir os temas que requerem acompanhamento e orientação.
Conforme Jungblut, após estruturar os projetos, a CNCS deverá iniciar sua atuação efetiva a partir de 2016 "direcionada a lutar por propostas que beneficiem as empresas, seus trabalhadores e a sociedade."
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.





