Comissão isenta Traumann de infração por vazamento de documento da Secom
Relator disse que não há provas suficientes de uma eventual participação do ex-ministro no vazamento
Atualizado em 29/07/2015 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Em reunião realizada na última terça-feira (28/7), a Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu que não houve infração ética por parte do jornalista e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), , no episódio do vazamento de documento reservado que indicava "caos político" e "comunicação errática" do Palácio do Planalto.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro foi inocentado por vazar documento da Secom
Em março, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou um texto elaborado pela Secom, então comandada por Traumman, o qual dizia que o governo adotou uma comunicação "errática" desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Também ressaltava que os apoiadores da presidente levavam uma "goleada" da oposição nas redes sociais.
Segundo a Agência Estado, o relator do processo na comissão, Mauro de Azevedo Menezes, avaliou que não há provas suficientes de uma eventual participação do ex-ministro no vazamento do documento. O órgão também elaborou uma série de recomendações que serão enviadas à Secom para melhorar a "política institucional de comunicação" do Planalto.
A comissão recomendou que as páginas pessoais de Dilma no Facebook e Twitter sejam gerenciadas pela Secretaria de Comunicação Social. O objetivo da sugestão é evitar que os interesses privados e públicos da presidente se misturem. Também alertou que a comunicação não seja produzida para favorecer ou subsidiar a participação de autoridades em disputas político-partidárias.
Crédito:Agência Brasil Ex-ministro foi inocentado por vazar documento da Secom
Em março, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou um texto elaborado pela Secom, então comandada por Traumman, o qual dizia que o governo adotou uma comunicação "errática" desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Também ressaltava que os apoiadores da presidente levavam uma "goleada" da oposição nas redes sociais.
Segundo a Agência Estado, o relator do processo na comissão, Mauro de Azevedo Menezes, avaliou que não há provas suficientes de uma eventual participação do ex-ministro no vazamento do documento. O órgão também elaborou uma série de recomendações que serão enviadas à Secom para melhorar a "política institucional de comunicação" do Planalto.
A comissão recomendou que as páginas pessoais de Dilma no Facebook e Twitter sejam gerenciadas pela Secretaria de Comunicação Social. O objetivo da sugestão é evitar que os interesses privados e públicos da presidente se misturem. Também alertou que a comunicação não seja produzida para favorecer ou subsidiar a participação de autoridades em disputas político-partidárias.





