Com 9 mortos, jornalistas do Equador exigem melhores condições na cobertura da Covid-19
Quase um mês após a quarentena ter sido decretada no Equador, coletivos, jornalistas e trabalhadores da comunicação publicaram um manifesto alertando para necessidades urgentes que garantam o exercício da profissão.
Atualizado em 13/04/2020 às 17:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Segundo o documento, até o dia 13 de abril, 9 profissionais da área morreram como resultado do contágio no exercício de suas funções. Outros 16 foram infectados pelo coronavírus e 18 ficaram isolados.
Crédito:Reprodução
Assinado por 23 entidades, o manifesto exige principalmente que o governo garanta a prática jornalística como parte de suas obrigações democráticas, de acordo com o artigo 18 da Constituição de 2008 e a Lei Orgânica de Transparência e Acesso à Informação Pública (Lotaip).
Segundo o documento, desde que as medidas de isolamento social foram implementadas e as coletivas de imprensa passaram a ser feitas por videoconferência, as informações foram limitadas.
“As perguntas para o bate-papo coordenado pela Secretaria Geral de Comunicação da Presidência (Segcom) devem ser antecipadas, mas não conhecemos os filtros para selecioná-las. Soma-se a isso a falta de respostas a solicitações feitas a instituições públicas e autoridades locais que lidam com a crise”, diz parte do documento.
O manifesto pede também que o Comitê Interinstitucional de Proteção de Jornalistas e Trabalhadores da Comunicação, criado em abril de 2019, seja responsável por atender as necessidades dos profissionais, entre as quais o acesso ao teste Covid-19, serviços abrangentes de saúde e a proteção dos direitos trabalhistas.
"Exigimos a reformulação das entrevistas coletivas virtuais. Que elas respeitem o princípio da pluralidade e da diversidade para que todos os jornalistas, independentemente dos meios aos quais pertencem, possam participar. É essencial que o novo mecanismo seja transparente, divulgado em tempo hábil e contenha o compromisso das autoridades em responder às preocupações dos jornalistas”, diz o comunicado.
Crédito:Reprodução
Assinado por 23 entidades, o manifesto exige principalmente que o governo garanta a prática jornalística como parte de suas obrigações democráticas, de acordo com o artigo 18 da Constituição de 2008 e a Lei Orgânica de Transparência e Acesso à Informação Pública (Lotaip).
Segundo o documento, desde que as medidas de isolamento social foram implementadas e as coletivas de imprensa passaram a ser feitas por videoconferência, as informações foram limitadas.
“As perguntas para o bate-papo coordenado pela Secretaria Geral de Comunicação da Presidência (Segcom) devem ser antecipadas, mas não conhecemos os filtros para selecioná-las. Soma-se a isso a falta de respostas a solicitações feitas a instituições públicas e autoridades locais que lidam com a crise”, diz parte do documento.
O manifesto pede também que o Comitê Interinstitucional de Proteção de Jornalistas e Trabalhadores da Comunicação, criado em abril de 2019, seja responsável por atender as necessidades dos profissionais, entre as quais o acesso ao teste Covid-19, serviços abrangentes de saúde e a proteção dos direitos trabalhistas.
"Exigimos a reformulação das entrevistas coletivas virtuais. Que elas respeitem o princípio da pluralidade e da diversidade para que todos os jornalistas, independentemente dos meios aos quais pertencem, possam participar. É essencial que o novo mecanismo seja transparente, divulgado em tempo hábil e contenha o compromisso das autoridades em responder às preocupações dos jornalistas”, diz o comunicado.





