Colunas de Reinaldo Azevedo na "Folha de S.Paulo" são reunidas em novo livro
Coletânea apresenta os textos publicados até setembro deste ano
Atualizado em 18/11/2014 às 12:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista Reinaldo Azevedo decidiu reunir 46 suas publicadas no caderno "Poder", da Folha de S.Paulo , no livro intitulada "Objeções de um Rottweiler Amoroso". A obra conta com textos relacionados à política nacional.
Crédito:Luiz Murauskas Jornalista reúne colunas sobre política publicadas na "Folha"
Segundo a Folha , a coletânea apresenta as colunas publicadas até setembro deste ano, um mês antes do primeiro turno presidencial, no pleito que posteriormente reelegeu Dilma Rousseff (PT). A obra, crítica ao governo, saiu em meio à crise da Petrobras.
"Um escândalo como esse só é possível em uma sociedade que se deixa capturar e sufocar por um Estado gigante. Se o Brasil odeia os ladrões, mas ama a Petrobras, fazer o quê? Voltar a ser roubado é só questão de tempo", disse.
Azevedo também aborda os planos do PT para a mídia, assunto frequente em suas produções. O colunista avalia que "talvez Dilma esteja menos interessada em regular que em ameaçar com a regulação".
O título do livro é uma resposta à então ombusdman do jornal, Suzana Singer, e à colunista de O Globo , Miriam Leitão, que o compararam a um cão rottweiler, e também tem inspiração da obra "Fragmentos de um Discurso Amoroso", do francês Roland Barthes.
"Considero que a crítica, mesmo a mais dura, quando feita com honestidade intelectual, nasce de um ato de amor, que é sempre furioso, contido por regras necessárias de decoro", acrescenta o jornalista que também é blogueiro de Veja e âncora na Jovem Pan.
O livro será lançado em São Paulo na próxima segunda-feira (21/11), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
Crédito:Luiz Murauskas Jornalista reúne colunas sobre política publicadas na "Folha"
Segundo a Folha , a coletânea apresenta as colunas publicadas até setembro deste ano, um mês antes do primeiro turno presidencial, no pleito que posteriormente reelegeu Dilma Rousseff (PT). A obra, crítica ao governo, saiu em meio à crise da Petrobras.
"Um escândalo como esse só é possível em uma sociedade que se deixa capturar e sufocar por um Estado gigante. Se o Brasil odeia os ladrões, mas ama a Petrobras, fazer o quê? Voltar a ser roubado é só questão de tempo", disse.
Azevedo também aborda os planos do PT para a mídia, assunto frequente em suas produções. O colunista avalia que "talvez Dilma esteja menos interessada em regular que em ameaçar com a regulação".
O título do livro é uma resposta à então ombusdman do jornal, Suzana Singer, e à colunista de O Globo , Miriam Leitão, que o compararam a um cão rottweiler, e também tem inspiração da obra "Fragmentos de um Discurso Amoroso", do francês Roland Barthes.
"Considero que a crítica, mesmo a mais dura, quando feita com honestidade intelectual, nasce de um ato de amor, que é sempre furioso, contido por regras necessárias de decoro", acrescenta o jornalista que também é blogueiro de Veja e âncora na Jovem Pan.
O livro será lançado em São Paulo na próxima segunda-feira (21/11), na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.





