Coleguinhas Léo Aquilla e João Carlos Baldan
Atualizado em 02/05/2013 às 17:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
POLÍTICA DE SALTO ALTO
Léo Aquilla nasceu com nome de Jadson Mendes de Lima em Teófilo Otoni, no norte de Minas Gerais. Ou, como gosta de dizer, nasceu jornalista. Famoso por suas performances na noite de São Paulo e no Brasil inteiro como ex-participante do reality show “A Fazenda”, Léo diz que sabia desde cedo que sua vocação era ser repórter. “Eu nasci para a profissão, tenho bagagem espiritual para isso”, afirma.
Apesar da vontade precoce de atuar na área, Léo fez o caminho inverso de muitos estudantes. “Comecei como repórter na RedeTV!, uma oportunidade que eu garimpei. Fui lá, apresentei minhas ideias de quadros, fiz testes, passei e fiquei por nove anos. Mas havia uma pressão para fazer a faculdade”, conta. Em 2008, se formou na Anhembi Morumbi.
Pai de dois filhos – um biológico, um adotado –, Léo atualmente trabalha na Record e é pós-graduado em Política pela PUC de São Paulo. “Sou muito politizado, mas queria entender mais sobre o assunto. Já entrevistei vários políticos, mas ainda falta o Lula. Queria dizer para ele que ele é ‘maquiavélico’, e sei bem por que minha monografia foi sobre o livro ‘O Príncipe’”, explica. No jornalismo, sua inspiração é Ana Paula Padrão, e o grande sonho é trabalhar no Fantástico, “um programa ‘modernoso’, ‘desengessado’, irreverente”. “Não acho que faria Jornal Nacional, não é meu perfil e não me acostumei com Patrícia Poeta.” Com foco cada vez maior no jornalismo, Léo tem abandonado as maquiagens pesadas e diminuído o tamanho dos saltos. “Só não vou mexer no cabelo. Não posso dar um choque no povo.”
VIAS ALTERNATIVAS
Jornalista graduado pela Faculdade Cásper Líbero, João Carlos Baldan ostenta uma coleção de outras profissões: acupunturista, massoterapeuta, psicopatologista e terapeuta floral alquímico. Em resumo, é praticante e pesquisador insaciável de técnicas de terapias milenares. No jornalismo, Baldan começou em 1983, atuando em diversos veículos até mudar seus rumos. “Com o nascimento do meu filho, passei a trabalhar como freelancer. Fiquei uns sete anos trabalhando para revistas como Globo Rural e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.” A grande mudança, porém, veio a partir de 1994, por influência da ex-esposa. “Como ela era psicóloga, comecei a me interessar por Carl Gustav Jung e o inconsciente coletivo.” Foi só o estopim para um curso de massoterapia, uma pós em acupuntura e outra em psicopatologia. Com diploma em mãos, em 1997, passou a consultar – o que faz até hoje. Em 2009, surgiu a oportunidade de conciliar as práticas com o jornalismo: assumiu o comando do “Salutis”, programa da All TV no qual entrevista especialistas em diversas técnicas tradicionais e expõe seus conhecimentos sobre a medicina chinesa. “A sociedade está muito doente porque as pessoas estão doentes. Precisamos resgatar no passado técnicas que funcionam. E nada que funciona há cinco mil anos é inócuo”, finaliza.
Léo Aquilla nasceu com nome de Jadson Mendes de Lima em Teófilo Otoni, no norte de Minas Gerais. Ou, como gosta de dizer, nasceu jornalista. Famoso por suas performances na noite de São Paulo e no Brasil inteiro como ex-participante do reality show “A Fazenda”, Léo diz que sabia desde cedo que sua vocação era ser repórter. “Eu nasci para a profissão, tenho bagagem espiritual para isso”, afirma.
Apesar da vontade precoce de atuar na área, Léo fez o caminho inverso de muitos estudantes. “Comecei como repórter na RedeTV!, uma oportunidade que eu garimpei. Fui lá, apresentei minhas ideias de quadros, fiz testes, passei e fiquei por nove anos. Mas havia uma pressão para fazer a faculdade”, conta. Em 2008, se formou na Anhembi Morumbi.
Pai de dois filhos – um biológico, um adotado –, Léo atualmente trabalha na Record e é pós-graduado em Política pela PUC de São Paulo. “Sou muito politizado, mas queria entender mais sobre o assunto. Já entrevistei vários políticos, mas ainda falta o Lula. Queria dizer para ele que ele é ‘maquiavélico’, e sei bem por que minha monografia foi sobre o livro ‘O Príncipe’”, explica. No jornalismo, sua inspiração é Ana Paula Padrão, e o grande sonho é trabalhar no Fantástico, “um programa ‘modernoso’, ‘desengessado’, irreverente”. “Não acho que faria Jornal Nacional, não é meu perfil e não me acostumei com Patrícia Poeta.” Com foco cada vez maior no jornalismo, Léo tem abandonado as maquiagens pesadas e diminuído o tamanho dos saltos. “Só não vou mexer no cabelo. Não posso dar um choque no povo.”
VIAS ALTERNATIVAS
Jornalista graduado pela Faculdade Cásper Líbero, João Carlos Baldan ostenta uma coleção de outras profissões: acupunturista, massoterapeuta, psicopatologista e terapeuta floral alquímico. Em resumo, é praticante e pesquisador insaciável de técnicas de terapias milenares. No jornalismo, Baldan começou em 1983, atuando em diversos veículos até mudar seus rumos. “Com o nascimento do meu filho, passei a trabalhar como freelancer. Fiquei uns sete anos trabalhando para revistas como Globo Rural e Pequenas Empresas, Grandes Negócios.” A grande mudança, porém, veio a partir de 1994, por influência da ex-esposa. “Como ela era psicóloga, comecei a me interessar por Carl Gustav Jung e o inconsciente coletivo.” Foi só o estopim para um curso de massoterapia, uma pós em acupuntura e outra em psicopatologia. Com diploma em mãos, em 1997, passou a consultar – o que faz até hoje. Em 2009, surgiu a oportunidade de conciliar as práticas com o jornalismo: assumiu o comando do “Salutis”, programa da All TV no qual entrevista especialistas em diversas técnicas tradicionais e expõe seus conhecimentos sobre a medicina chinesa. “A sociedade está muito doente porque as pessoas estão doentes. Precisamos resgatar no passado técnicas que funcionam. E nada que funciona há cinco mil anos é inócuo”, finaliza.





