AUTORA DO ARQUIPÉLAGO
“Podia andar descalça, descabelada, com qualquer roupa sem ser julgada ou reprimida.” Sem vínculos emocionais e aliviada pelo rompimento com os valores da vida metropolitana, Daniela Garcia Mesquita, aos 13 anos de idade, deixava Brasília, sua cidade natal, para acompanhar seu pai, o jornalista Fernando César Mesquita, que se tornaria em 1987 o primeiro governador civil de Fernando de Noronha.
Logo na primeira viagem ao arquipélago, que se tornaria seu lar durante 14 anos de sua vida, Daniela foi “batizada” no fundo do mar. “O mergulho foi uma dádiva da vida para que minha alma se sentisse livre, para que ela pudesse voltar a voar”, disserta. Unindo a “liberdade da alma” proporcionada pelo mergulho, atividade que continua praticando até hoje, muitas vezes acompanhada de filhotes de golfinho, à ansiada liberdade de expressão, tornou-se jornalista – depois de ter tentando se encontrar em três outras faculdades.
Atualmente, é autora do recém-lançado “O Livro de Fernando de Noronha: a Ilha Contada Por Quem a Escreve”, obra que objetiva fugir da face de “cartão postal” do arquipélago e dar voz a relatos de quem lá vive e se dedica ao local. “O livro não é uma bandeira política antigoverno, mas a favor da valorização do ser humano”, afirma Daniela, que dedicou três anos “desde a primeira linha até o lançamento”.
UM NOVO ÂNGULO
Ele está acostumado a ver as coisas de diferentes pontos de vista, seja como correspondente internacional, seja como piloto de avião. “O jornalismo também é uma viagem. O voo também é altamente ilustrativo e informativo”, diz Jacques Gomes Filho. Morando na Argentina, Gomes é repórter piloto do programa “Good News”, da RedeTV!, onde mostra “do alto” belos lugares do Brasil.
Gomes sempre soube que queria ser correspondente, mas a formação em jornalismo só veio após oito anos de USP. A demora foi de tanto parar o curso para viajar por conta própria. Formado, passou pelo Primeira Hora, Diário do Grande ABC, Band, SBT e RedeTV!, além de de ter morado em Paris como correspondente da rádio Eldorado, em Nova York e em Buenos Aires – seu novo lar. “Como é perto, me sinto dentro e fora do Brasil ao mesmo tempo.” Já a paixão por voar vem da infância, das viagens com o pai. A brincadeira virou profissão e tanto tempo nos ares o deixou curioso pelas máquinas que o levavam “para cima e para baixo” e o fizeram se formar no Centro Universitário de Aviação da Argentina.
Como correspondente, o repórter está aberto a várias pautas, mas Gomes tem um carinho especial por temas ambientais. Antes do jornalismo, ele já havia feito zootecnia e colegial técnico em biologia. “Devagarzinho, sinto que estou voltando para minhas raízes”, diz. O jornalista sempre mandou notícias do mundo para o Brasil. “Minha vontade agora é mandar notícias do Brasil para o mundo”, afirma.

“Podia andar descalça, descabelada, com qualquer roupa sem ser julgada ou reprimida.” Sem vínculos emocionais e aliviada pelo rompimento com os valores da vida metropolitana, Daniela Garcia Mesquita, aos 13 anos de idade, deixava Brasília, sua cidade natal, para acompanhar seu pai, o jornalista Fernando César Mesquita, que se tornaria em 1987 o primeiro governador civil de Fernando de Noronha.
Logo na primeira viagem ao arquipélago, que se tornaria seu lar durante 14 anos de sua vida, Daniela foi “batizada” no fundo do mar. “O mergulho foi uma dádiva da vida para que minha alma se sentisse livre, para que ela pudesse voltar a voar”, disserta. Unindo a “liberdade da alma” proporcionada pelo mergulho, atividade que continua praticando até hoje, muitas vezes acompanhada de filhotes de golfinho, à ansiada liberdade de expressão, tornou-se jornalista – depois de ter tentando se encontrar em três outras faculdades.
Atualmente, é autora do recém-lançado “O Livro de Fernando de Noronha: a Ilha Contada Por Quem a Escreve”, obra que objetiva fugir da face de “cartão postal” do arquipélago e dar voz a relatos de quem lá vive e se dedica ao local. “O livro não é uma bandeira política antigoverno, mas a favor da valorização do ser humano”, afirma Daniela, que dedicou três anos “desde a primeira linha até o lançamento”.
UM NOVO ÂNGULO
Gomes sempre soube que queria ser correspondente, mas a formação em jornalismo só veio após oito anos de USP. A demora foi de tanto parar o curso para viajar por conta própria. Formado, passou pelo Primeira Hora, Diário do Grande ABC, Band, SBT e RedeTV!, além de de ter morado em Paris como correspondente da rádio Eldorado, em Nova York e em Buenos Aires – seu novo lar. “Como é perto, me sinto dentro e fora do Brasil ao mesmo tempo.” Já a paixão por voar vem da infância, das viagens com o pai. A brincadeira virou profissão e tanto tempo nos ares o deixou curioso pelas máquinas que o levavam “para cima e para baixo” e o fizeram se formar no Centro Universitário de Aviação da Argentina.
Como correspondente, o repórter está aberto a várias pautas, mas Gomes tem um carinho especial por temas ambientais. Antes do jornalismo, ele já havia feito zootecnia e colegial técnico em biologia. “Devagarzinho, sinto que estou voltando para minhas raízes”, diz. O jornalista sempre mandou notícias do mundo para o Brasil. “Minha vontade agora é mandar notícias do Brasil para o mundo”, afirma.


