China liberta monge preso por colaborar com documentário sobre o Tibete
China liberta monge preso por colaborar com documentário sobre o Tibete
Após sete meses de detenção, sob a acusação de colaborar com a realização de um documentário sobre o Tibete como operador de câmara, o monge budista Jigme Gyatso foi libertado pelas autoridades chinesas na última semana.
A produtora Filming for Tibet, responsável pelo documentário, informou que "os torturadores lhe bateram continuamente e o penduraram pelos pés no teto durante horas, mantendo-o atado durante dias na cadeira de interrogatório".
O monge ajudou o documentarista Dhondup Wangchen, que continua detido, informou o Sindicato dos Jornalistas de Portugal. A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) declarou estar indignada com as informações sobre a tortura.
Segundo a RSF, apesar das regras mais relaxadas em relação à reportagens na China, o Governo "impediu quaisquer relatos sobre a situação no Tibete e muitos dissidentes foram detidos", criando "um clima de medo nas cidades e nos mosteiros".
Leia mais






