Na última quarta-feira (16/7), a 6 ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) condenou a rádio CBN a pagar indenização de R$ 20 mil por danos morais ao procurador do DF José Luciano Arantes.
Crédito:Divulgação Comentário do jornalista (foto) sobre procurador rendeu condenação à rádio
De acordo com o ConJur, o político se envolveu em um acidente de trânsito e, aparentemente embriagado, desacatou e ameaçou policiais militares. Ao comentar o ocorrido, o jornalista Alexandre Garcia disse que ouviu Arantes chamando os PMs de "pretos".
"É inacreditável o que essa pessoa (que eu não vou chamar de cidadão, porque seria diminuir a cidadania) que essa pessoa tenha agido do modo como agiu, sendo advogado do Distrito Federal. (...) Então essas exceções, essas pessoas que não estão acostumadas com a democracia, com a igualdade, com a prática de 'todos são iguais perante a lei', precisam sentir algum tipo de força, de condenação, não é possível, né?”, acrescentou.
Segundo o relator da ação, desembargador Jair Soares, alegou que a reportagem não se limitou a noticiar os fatos e utilizou, sem necessidade, expressões ofensivas, com a intenção de ofender e denegrir a imagem do político.
A CBN argumentou que a reportagem apenas divulgou fatos verídicos e de interesse público, confirmados pelo Ministério Público.
Crédito:Divulgação Comentário do jornalista (foto) sobre procurador rendeu condenação à rádio
De acordo com o ConJur, o político se envolveu em um acidente de trânsito e, aparentemente embriagado, desacatou e ameaçou policiais militares. Ao comentar o ocorrido, o jornalista Alexandre Garcia disse que ouviu Arantes chamando os PMs de "pretos".
"É inacreditável o que essa pessoa (que eu não vou chamar de cidadão, porque seria diminuir a cidadania) que essa pessoa tenha agido do modo como agiu, sendo advogado do Distrito Federal. (...) Então essas exceções, essas pessoas que não estão acostumadas com a democracia, com a igualdade, com a prática de 'todos são iguais perante a lei', precisam sentir algum tipo de força, de condenação, não é possível, né?”, acrescentou.
Segundo o relator da ação, desembargador Jair Soares, alegou que a reportagem não se limitou a noticiar os fatos e utilizou, sem necessidade, expressões ofensivas, com a intenção de ofender e denegrir a imagem do político.
A CBN argumentou que a reportagem apenas divulgou fatos verídicos e de interesse público, confirmados pelo Ministério Público.

