Catho esclarece informação do MPF sobre acordo por divergência em número de vagas
Catho esclarece informação do MPF sobre acordo por divergência em número de vagas
Nesta sexta-feira (07), a agência virtual de empregos Catho Online enviou à redação de IMPRENSA um comunicado esclarecendo a informação do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo de que a empresa e o órgão fizeram um acordo (Termo da Ajustamento de Conduta - TAC) após a constatação que o número de vagas anunciadas e as realmente existentes no banco de dados da agência eram divergentes.
A notícia, intitulada "TAC obriga Catho a divulgar somente vagas disponíveis", foi veiculada na última quinta-feira (06) no site do MPF e disparado em seu informativo à imprensa. O MPF reconheceu a dubiedade do título o alterou em seu . Segundo o comunicado da empresa, o texto "não reflete de forma apropriada o acordo celebrado entre a Catho e aquele órgão".
Na verdade, a investigação do MPF constatou que realmente houve divergência entre o número de vagas divulgado pela internet e o de vagas efetivamente existentes no banco de dados da Catho. No entanto, tal divergência não ocorreu por má-fé, mas "por uma defasagem de atualização do script que calcula o número de vagas disponíveis".
A Catho explica que a investigação começou por conta da instauração de um procedimento administrativo por parte do MPF após uma denúncia falsa promovida por um ex-empregado, que a acusou de duplicar as vagas divulgadas no site.
"Uma vez colhidas as informações necessárias, o Ministério Público Federal concluiu pela 'improcedência da denúncia realizada', assim como reconheceu expressamente 'não haver indícios de que a Catho tenha agido com intenção de lesar os consumidores de seus serviços'", informa a nota.
"Com o espírito de sempre cooperar com as autoridades públicas", a Catho alega que se comprometeu a atualizar o script de cálculo das vagas existentes no site, de modo a evitar qualquer equívoco na divulgação do número de vagas. No entanto, reitera o comunicado, "em nenhum momento o MPF entendeu que a Catho teria alterado o número de vagas divulgado no site, como a notícia veiculada no site do órgão sugere".
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