Cartilha reúne orientações de segurança para jornalistas em cobertura de manifestações

A Comissão Aberta de Combate à Violência contra Jornalistas do Sindicato dos Jornalistas do Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP) elaborou um guia com orientações de segurança para os profissionais que fazem cobertura de manifestações públicas.

Atualizado em 18/03/2019 às 12:03, por Redação Portal IMPRENSA.

A entidade também criou um canal oficial telefônico para receber denúncias de violências contra profissionais da imprensa. Crédito: Reprodução

O documento está disponível em versão online e para impressão. De acordo com levantamento feito pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) em 2018, São Paulo foi o estado onde se registrou o maior número de casos de violência (agressões e intimidações) a jornalistas.


A cartilha reúne procedimentos a serem tomados antes e durante os eventos, além de informações para quando o profissional sofrer de fato algum tipo de agressão ou ataque. Entre as dicas para a fase de preparação, o sindicato orienta o profissional ou equipe responsável pela cobertura a analisar o perfil dos manifestantes (qual sua opinião sobre a imprensa em geral) e as atividades previstas (haverá passeata ou não?).


Durante o evento, é importante identificar o comandante responsável pela ação policial. Manter contato constante com seus companheiros de cobertura e a redação é outro comportamento aconselhado. O uso de equipamento de proteção é fundamental.


Profissionais agredidos devem sempre registrar boletim de ocorrência e reunir o máximo possível de registros do ataque (fotos, vídeos etc) que ajudem a identificar os responsáveis pela agressão.


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