Brasil fica em sétimo lugar no ranking de jornalistas mortos em 2015, aponta estudo
Um levantamento publicado nesta segunda-feira (14/12) pela Press Emblem Campaign (PEC) apontou o Brasil como um dos dez países mais perigosos para , ocupando a sétima posição do ranking.
Atualizado em 14/12/2015 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
pela Press Emblem Campaign (PEC) apontou o Brasil como um dos dez países mais perigosos para , ocupando a sétima posição do ranking. A entidade ainda registrou que 128 profissionais de imprensa foram mortos em 2015.
Crédito:Reprodução Brasil está entre os dez países mais perigosos para jornalistas
Segundo o Estadão , o estudo leva em consideração o número de profissionais mortos em cada nação durante o período de um ano. Somente em 2015, sete jornalistas foram mortos no Brasil, número que deixa o país sul-americano empatado com Iêmen e Sudão do Sul, dois estados em guerra.
Nos últimos cinco anos, ainda de acordo com o estudo, 35 jornalistas foram mortos no Brasil. Entre os casos de maior repercussão estão os assassinatos de Valério Luiz em Goiânia (GO), em 2012; Santiago Andrade no Rio de Janeiro (RJ), em 2014; e Evany José Metzker em Padre Paraíso (MG), em 2015.
Crédito:Reprodução Brasil está entre os dez países mais perigosos para jornalistas
Segundo o Estadão , o estudo leva em consideração o número de profissionais mortos em cada nação durante o período de um ano. Somente em 2015, sete jornalistas foram mortos no Brasil, número que deixa o país sul-americano empatado com Iêmen e Sudão do Sul, dois estados em guerra.
Nos últimos cinco anos, ainda de acordo com o estudo, 35 jornalistas foram mortos no Brasil. Entre os casos de maior repercussão estão os assassinatos de Valério Luiz em Goiânia (GO), em 2012; Santiago Andrade no Rio de Janeiro (RJ), em 2014; e Evany José Metzker em Padre Paraíso (MG), em 2015.
Entre os primeiros países do ranking estão Síria (11 mortos); Iraque e México (10); França, Líbia e Filipinas (8); e Brasil, Iêmen e Sudão do Sul (7).





