Bolsonaro segue Maduro ao adotar medidas contra a imprensa
Crédito:Reprodução O relator especial para a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Edison Lanza, comparou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro com o presidente venezuelano Nicolás Maduro por seus ataques à imprensa.
Atualizado em 12/09/2019 às 12:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Edison Lanza, comparou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro com o presidente venezuelano Nicolás Maduro por seus ataques à imprensa.
“Há um discurso para estigmatizar e desacreditar a imprensa", declarou Lanza em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
Segundo Lanza, ao cortar a publicidade oficial em jornais, Bolsonaro ataca a sua sustentabilidade e prejudica a imprensa livre.
“É uma narrativa contra a imprensa, exortando as pessoas a não acreditarem na mídia, dizendo que a imprensa é militante. É muito semelhante ao que outros presidentes fizeram que levaram ao autoritarismo como Rafael Correa no Equador [presidente entre 2007 e 2017] ou Nicolás Maduro na Venezuela”, disse.
Lanza também criticou a tentativa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de censurar uma história em quadrinhos na Bienal do Livro no Rio.
"É muito perigoso, não se trata de discutir se um conteúdo é relevante, é uma ordem direta de censura", ponderou.
“Há um discurso para estigmatizar e desacreditar a imprensa", declarou Lanza em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.
Segundo Lanza, ao cortar a publicidade oficial em jornais, Bolsonaro ataca a sua sustentabilidade e prejudica a imprensa livre.
“É uma narrativa contra a imprensa, exortando as pessoas a não acreditarem na mídia, dizendo que a imprensa é militante. É muito semelhante ao que outros presidentes fizeram que levaram ao autoritarismo como Rafael Correa no Equador [presidente entre 2007 e 2017] ou Nicolás Maduro na Venezuela”, disse.
Lanza também criticou a tentativa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de censurar uma história em quadrinhos na Bienal do Livro no Rio.
"É muito perigoso, não se trata de discutir se um conteúdo é relevante, é uma ordem direta de censura", ponderou.





