Bolsonaro defende porta-voz e mantém café da manhã com jornalistas
Otávio Rêgo Barros foi alvo de ataque de Carlos Bolsonaro e do deputado Marcos Feliciano após o encontro de Bolsonaro com jornalistas estran
Atualizado em 23/07/2019 às 11:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Alvo de críticas de Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, e do deputado-pastor Marcos Feliciano, o porta-voz do governo, Otávio Rêgo Barros, ganhou apoio de Bolsonaro e vai continuar organizando os cafés da manhã com jornalistas. Bolsonaro tem mantido a rotina de receber jornalistas para café da manhã. Já foram sete encontros feitos com profissionais de mídia desde o dia 18 de fevereiro.
Crédito:Reprodução Twitter
“O que ele pisou na bola? Não sei. Olha só, qual é a minha opinião sobre isso? O risco que eu corro existe, tem esse áudio vazado aí. A princípio, tá mantido isso aí. Apesar de alguns chatos de vocês, a gente suporta, acho que vale a pena. O que eu digo desse café da manhã é que se fosse uma pessoa, dava pra distorcer, várias fica mais difícil”, disse Bolsonaro.
O desgaste de Rêgo Barros se acentuou após o café da manhã com jornalistas estrangeiros no dia 19 de julho, quando Bolsonaro disse que “passar fome no Brasil é uma grande mentira” e que era mentira que a jornalista Miriam Leitão mentiu sobre ter sido torturada na ditadura.
“Por que o presidente insiste no tal café da manhã semanal com ‘jornalistas’?”, escreveu Carlos no Twitter. Ele culpa Rêgo de Barros pelos problemas na comunicação de Bolsonaro.
As críticas ganharam apoio do deputado Marcos Feliciano (Pode–SP), vice-líder do governo no Congresso. “Porta-voz serve para proteger, não para expor. Nunca na história deste país um presidente foi tão exposto à imprensa como o PT Jair Bolsonaro. Alguém se lembra de presidente toda sexta-feira receber jornalistas para café da manhã?”, questionou no Twitter.
Crédito:Reprodução Twitter
No fim de semana, militares próximos ao presidente se mobilizaram para defender o porta-voz. Alguns viram nos ataques uma tentativa de atingir o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que também sofreu críticas recentes do filho de Bolsonaro.
Crédito:Reprodução Twitter
“O que ele pisou na bola? Não sei. Olha só, qual é a minha opinião sobre isso? O risco que eu corro existe, tem esse áudio vazado aí. A princípio, tá mantido isso aí. Apesar de alguns chatos de vocês, a gente suporta, acho que vale a pena. O que eu digo desse café da manhã é que se fosse uma pessoa, dava pra distorcer, várias fica mais difícil”, disse Bolsonaro.
O desgaste de Rêgo Barros se acentuou após o café da manhã com jornalistas estrangeiros no dia 19 de julho, quando Bolsonaro disse que “passar fome no Brasil é uma grande mentira” e que era mentira que a jornalista Miriam Leitão mentiu sobre ter sido torturada na ditadura.
“Por que o presidente insiste no tal café da manhã semanal com ‘jornalistas’?”, escreveu Carlos no Twitter. Ele culpa Rêgo de Barros pelos problemas na comunicação de Bolsonaro.
As críticas ganharam apoio do deputado Marcos Feliciano (Pode–SP), vice-líder do governo no Congresso. “Porta-voz serve para proteger, não para expor. Nunca na história deste país um presidente foi tão exposto à imprensa como o PT Jair Bolsonaro. Alguém se lembra de presidente toda sexta-feira receber jornalistas para café da manhã?”, questionou no Twitter.
Crédito:Reprodução Twitter
No fim de semana, militares próximos ao presidente se mobilizaram para defender o porta-voz. Alguns viram nos ataques uma tentativa de atingir o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que também sofreu críticas recentes do filho de Bolsonaro.





