Bienal da UNE: Já vou embora, mas sei que vou voltar
Bienal da UNE: Já vou embora, mas sei que vou voltar
Atualizado em 07/03/2005 às 08:03, por
Redação Portal Imprensa.
É isso aí! Chegamos ao fim de mais uma Bienal de Cultura e Arte da UNE. Muito trabalho, muita festa, energia e satisfação, presenças maravilhosas, frio na barriga, emoções fortes, cores, tintas, formas, sons, luzes, vozes, gestos e palavras. É com imenso prazer que agradecemos todos que, direta ou indiretamente, ajudaram a construir este evento, e fazer dele mais uma vitoriosa realização da União Nacional dos Estudantes.
Agradecemos o apoio e o patrocínio do Banco do Brasil e da Petrobrás, além do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. Agradecemos os nossos voluntários - braços, pernas e vozes da Bienal; equipe de produção, documentação e comunicação; funcionários; coordenadores de área; toda a diretoria da UNE; parceiros, colaboradores e amigos: muito obrigado.
Os seis dias da 4ª Bienal da UNE entrarão, certamente, para a história do movimento estudantil, e para a história da produção cultural brasileira, universitária ou não, como um espaço democrático e festivo, que celebrou, discutiu e promoveu a integração da América Latina, em seus mais diversos e inovadores aspectos.
Os últimos momentos desta Bienal puderam, de maneira significativa, representar simbolicamente todo o trabalho e o conceito maior que impulsiona o desafio de realizar este evento. A Culturata foi um verdadeiro sucesso! Milhares de jovens nas ruas de São Paulo, lutando pela importância estratégica da cultura no desenvolvimento desta nação e na integração da América Latina. Um encontro emocionante premiou o ato de encerramento da Bienal com um momento mágico e simbólico para todos os presentes. Sincronia e harmonia.
Para o presidente da UNE, Gustavo Petta, a 4ª Bienal da UNE teve "duas marcas importantes: a discussão da integração, as estratégias dos países em desenvolvimento para combater a hegemonia cultural norte-americana e democratizar o acesso à diversidade cultural que existe no mundo. E o segundo: o reencontro, que foi a coisa mais bonita da Bienal. O Capinan com a Aleida Guevara e com o Gil. Capinan que escreveu o texto em homenagem ao Che, a Aleida, super emocionada, e o Gil cantando a música (Soy Loco por ti, América). Então foi um momento riquíssimo e que coroou a 4ª Bienal de Cultura e Arte da UNE. A gente fica super arrepiado de participar, de ter ajudado a proporcionar esse encontro, que foi lindo. Eu fiquei super emocionado, foi inesquecível!".
O coordenador geral da 4ª Bienal da UNE e diretor de Cultura, Tiago Alves, também falou sobre o desafio de realizar o evento: "é muito tempo de trabalho, é muito cansativo, é muito desgastante, é uma equipe que fica quase que numa guerra diária, tensão, briga, choro, mas no final, as coisas dão certo. Então, é muito emocionante".
Ana Cristina Petta, coordenadora dos CUCA´s, achou que o ato de encerramento da Bienal foi marcante e simbólico: "foi um momento que reuniu o CPC, o Che Guevara, a América Latina, o tema da Bienal. A gente conseguiu, de uma forma artística e poética, reunir toda a parte simbólica da Bienal. Se fosse resumir a Bienal em 5 minutos, seriam os últimos cinco minutos do ato de encerramento".
Quando misturamos juventude, cultura e sonho, não há como não viver um momento de intensa e transformadora emoção. Por isso, todos aqueles que vivenciaram a 4ª Bienal da UNE sabem: nunca mais serão os mesmos! Valeu! Até a próxima!
Agradecemos o apoio e o patrocínio do Banco do Brasil e da Petrobrás, além do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura. Agradecemos os nossos voluntários - braços, pernas e vozes da Bienal; equipe de produção, documentação e comunicação; funcionários; coordenadores de área; toda a diretoria da UNE; parceiros, colaboradores e amigos: muito obrigado.
Os seis dias da 4ª Bienal da UNE entrarão, certamente, para a história do movimento estudantil, e para a história da produção cultural brasileira, universitária ou não, como um espaço democrático e festivo, que celebrou, discutiu e promoveu a integração da América Latina, em seus mais diversos e inovadores aspectos.
Os últimos momentos desta Bienal puderam, de maneira significativa, representar simbolicamente todo o trabalho e o conceito maior que impulsiona o desafio de realizar este evento. A Culturata foi um verdadeiro sucesso! Milhares de jovens nas ruas de São Paulo, lutando pela importância estratégica da cultura no desenvolvimento desta nação e na integração da América Latina. Um encontro emocionante premiou o ato de encerramento da Bienal com um momento mágico e simbólico para todos os presentes. Sincronia e harmonia.
Para o presidente da UNE, Gustavo Petta, a 4ª Bienal da UNE teve "duas marcas importantes: a discussão da integração, as estratégias dos países em desenvolvimento para combater a hegemonia cultural norte-americana e democratizar o acesso à diversidade cultural que existe no mundo. E o segundo: o reencontro, que foi a coisa mais bonita da Bienal. O Capinan com a Aleida Guevara e com o Gil. Capinan que escreveu o texto em homenagem ao Che, a Aleida, super emocionada, e o Gil cantando a música (Soy Loco por ti, América). Então foi um momento riquíssimo e que coroou a 4ª Bienal de Cultura e Arte da UNE. A gente fica super arrepiado de participar, de ter ajudado a proporcionar esse encontro, que foi lindo. Eu fiquei super emocionado, foi inesquecível!".
O coordenador geral da 4ª Bienal da UNE e diretor de Cultura, Tiago Alves, também falou sobre o desafio de realizar o evento: "é muito tempo de trabalho, é muito cansativo, é muito desgastante, é uma equipe que fica quase que numa guerra diária, tensão, briga, choro, mas no final, as coisas dão certo. Então, é muito emocionante".
Ana Cristina Petta, coordenadora dos CUCA´s, achou que o ato de encerramento da Bienal foi marcante e simbólico: "foi um momento que reuniu o CPC, o Che Guevara, a América Latina, o tema da Bienal. A gente conseguiu, de uma forma artística e poética, reunir toda a parte simbólica da Bienal. Se fosse resumir a Bienal em 5 minutos, seriam os últimos cinco minutos do ato de encerramento".
Quando misturamos juventude, cultura e sonho, não há como não viver um momento de intensa e transformadora emoção. Por isso, todos aqueles que vivenciaram a 4ª Bienal da UNE sabem: nunca mais serão os mesmos! Valeu! Até a próxima!






