Tragédia: dois funcionários da Radiobrás estão entre os mortos no desastre de avião no Pará
Tragédia: dois funcionários da Radiobrás estão entre os mortos no desastre de avião no Pará
Tragédia: dois funcionários da Radiobrás estão entre os mortos no desastre de avião no Pará
Dois funcionários da agência de notícias Radiobrás morreram no desastre com o avião Boeing 737-800, da Gol, que matou 155 pessoas no Pará, na última sexta-feira (29/09). Os técnicos Osman de Oliveira Mello e Francisco Alves de Oliveira exerciam cargos de chefia no departamento de manutenção de Rádio da agência. Eles voltavam de uma viagem para Tabatinga (AM), onde visitariam uma emissora de rádio da região.
Já entre os 7 ocupantes do jato executivo Legacy, que colidiu com o Boeing da Gol, estavam os jornalistas Henry Yandel e Joe Sharkey, do New York Times. A porta-voz do periódico norte-americano, Catherine Mathis, confirmou que nenhum dos dois sofreu ferimentos no acidente. Outra porta-voz do NYT , Diane McNulty, disse que Sharkey estava no Brasil a trabalho para uma revista especializada no setor de jatos executivos e que escreveria uma coluna sobre viagem de negócios. A Excel Air, empresa norte-americana que comprou o jato Legacy junto à Embraer, é especializada no transporte de executivos. Sharkey pegava carona no vôo do jatinho, que seguiria para os EUA.
Segundo informa a agência Estado, Sharkey mandou um e-mail para a mulher Nancy, que vive nos Estados Unidos e também trabalha no jornal. Disse que todos os sete ocupantes do Legacy estavam bem, mas "em choque". "Nenhum dos pilotos consegue entender como um 737-800 pode ter nos atingido sem nos ter visto. Ninguém acredita que conseguimos sobreviver a uma colisão aérea" teria dito Sherkey a Nancy na mensagem, acrescentando que o jato estava voando em rota estável, a 37 mil pés, o equivalente a 12 mil metros, quando houve o acidente.
O Legacy 600 saiu da cidade de São José dos Campos - interior de São Paulo - às 14h15 da sexta-feira, com destino ao Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus, onde reabasteceria, para então, seguir para os Estados Unidos. O trajeto demoraria cerca de cinco horas. O piloto do jato, em depoimento à Força Aérea Brasileira (FAB) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), disse que se chocou com alguma coisa no ar, mas não teria certeza do que era. 





