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"Embate de campanha": Diretor-geral da PF minimiza polêmicas com a imprensa durante investigações do dossiê

"Embate de campanha": Diretor-geral da PF minimiza polêmicas com a imprensa durante investigações do dossiê

Atualizado em 26/12/2006 às 11:12, por Redação Portal IMPRENSA.

"Embate de campanha" : Diretor-geral da PF minimiza polêmicas com a imprensa durante investigações do dossiê

O diretor-geral da Polícia Federal Paulo Lacerda minimizou na última segunda-feira(25/12) as polêmicas enfrentadas pelo órgão com a imprensa durante as investigações do suposto dossiê contra tucanos.

Lacreda falou à Folha de S. Paulo e classificou a suposta pressão sofrida por repórteres da Veja em depoimento à PF e o pedido de quebra de sigilo de telefones da Folha de "embate de campanha", motivado pela tomada de partido por alguns veículos durante a campanha eleitoral.

"Sem dúvida nenhuma que tudo que foi feito estava dentro dos procedimentos", afirmou. "Com todo o respeito, acho que isso faz parte desse embate de campanha, no qual alguns órgãos se posicionaram pró e contra o governo".

O dirigente explicou que o pedido de quebra de sigilo dos telefones usados pelo jornal estava dentro de um contexto de investigação. "Não foi uma investigação direcionada ao veículo de mídia Folha de S. Paulo ", garantiu.

Em relação ao episódio da suposta pressão sofrida por repórteres da Veja , ele criticou os profissionais. "Você [Andréa Michael, repórter da Folha ] e inúmeros outros jornalistas já foram chamados diversas vezes para falar na polícia sobre algum fato, e simplesmente invocam o direito constitucional de não falar para preservar seu sigilo profissional", explicou. "Por que não fizeram isso?".

"Preferiram falar um monte de coisas para depois dizer que o delegado... Houve um pouco de exagero daquilo, dentro do cenário político", minimizou.