Comunicação e vida, educação e aprendizado, por Renata Ouro, aluna do 6º período de jornalismo na Universidade Tiradentes (SE)
Comunicação e vida, educação e aprendizado, por Renata Ouro, aluna do 6º período de jornalismo na Universidade Tiradentes (SE)
Atualizado em 11/01/2006 às 12:01, por
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Comunicação e vida, educação e aprendizado , por Renata Ouro, aluna do 6º período de jornalismo na Universidade Tiradentes (SE)
O homem, desde seus primórdios, sempre teve presente em sua vida a comunicação que evoluiu extraordinariamente. Sem ela, não só as relações sociais ficariam comprometidas, mas também o mundo não sobreviveria, sendo assim, o ato de se comunicar é inerente a qualquer ser humano.No processo educacional, a comunicação e imprescindível, servindo como base e ferramenta auxiliar no aprendizado através da utilização dos diversos meios de comunicação, contribuindo para uma formação profissional de qualidade e crítica acerca dos acontecimentos. Portanto, o professor, além de formador de opinião, é também educador à medida que deve ensinar e debater questões como cidadania, respeito e ética na sala de aula, já que representa uma peça-chave na formação de cada cidadão.
É na infância que todos os indivíduos começam a adquirir suas características próprias que vão sendo moldadas ao longo do tempo, embora existam aquelas características imutáveis, sendo que por meio do primeiro contato da criança fora de casa e com a escola, professores e amigos, iniciam-se as relações sociais indispensáveis à vida.
Com base nisso, podemos afirmar com clareza e convicção que comunicar é vida e educação é um longo processo de aprendizado, dedicação, paciência, dom e arte.
A educação, aliada à comunicação, além de constituir um grande poder na visão mercadológica, é o primeiro passo para uma possível transformação social concreta, com responsabilidade e seriedade, se empregada de forma correta, os resultados obtidos serão satisfatórios. Então, se educar é um ato de solidariedade e, mais que compromisso, comunicar é um direito e dever se for feita acima de tudo com ética e responsabilidade, preservando a veracidade dos fatos sem manipular, induzir ou "maquiar" a própria realidade.
Mas podemos dizer que ao mesmo tempo em que os meios de comunicação de massa informam e auxiliam no processo educacional, também podem desinformar e educar de maneira errada, muitas vezes de forma negativa, à medida que veicula programas de péssima qualidade e credibilidade, inclusive, de origem duvidosa. Isso em si tratando da mídia televisiva. Contudo, em relação aos outros meios, infelizmente, o processo é o mesmo, já que todos possuem suas falhas, ou seja, seu lado positivo e negativo. Portanto, deveria haver uma fiscalização nos meios de comunicação como um todo, principalmente os de massa, não só por parte do órgão fiscalizador como também por parte da própria população, exigindo mais qualidade entre os diversos meios existentes.
Diante disso, hoje, se fizermos uma pesquisa mesmo com dados concretos, não saberíamos analisar com clareza qual ou quais os meios de comunicação que mais educam. Ou será o que mais desinforma e deseduca ao mesmo tempo? Qual meio é o mais confiável, se nenhum é livre de distorções e manipulações? Infelizmente, isso faz parte dos meios e de tudo aquilo que nos cerca.
A sociedade, com o trabalho desenvolvido através da integração e junção desses dois fatores, contribuirá para uma elevação da qualidade no processo da formação social como um todo, com melhores perspectivas futuras acerca da humanidade. A educação e a comunicação devem ser cada vez mais valorizadas e incentivadas não só pelo Governo, mas também por toda a sociedade.






