Assinada por escolas particulares e prefeituras, revista Qualé comemora tiragem quinzenal de 270 mil exemplares
Lançada em janeiro de 2020 por um grupo de mães com experiência no mercado jornalístico, a revista quinzenal Qualé não é vendida em bancas etem toda sua distribuição baseada em assinaturas.
Atualizado em 18/09/2023 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Voltada a crianças e jovens, a revista apresenta notícias e curiosidades do Brasil e do mundo com uma linguagem adequada a essas faixas etárias.
Assinada por escolas particulares e por prefeituras de diferentes cidades do Brasil, incluindo São Paulo, Campinas e Petrópolis, a Qualé alcançou a robusta tiragem de 270 mil exemplares. Com número médio de 16 páginas por edição, a publicação é distribuída para aproximadamente 230 mil alunos, em mais de 550 escolas, numa operação que conta com cerca de 570 pontos de entrega e uma empresa de transporte terceirizada.
"Acreditamos no jornalismo como ferramenta de transformação social. Ele possibilita desenvolver habilidades tão necessárias, como pensamento crítico, poder de argumentação e um olhar mais interessado no mundo em que vivemos", diz Maria Clara Cabral, editora-chefe da publicação. Crédito: Divulgação Revista Qualé em sala de aula: linguagem adequada, mas sem "infantilização"
Jornalismo visual
A fim de oferecer aos professores em sala de aula uma alternativa de material paradidático, cada edição vem acompanhada com fichas e sugestões de atividades para os jovens leitores. Feito por uma equipe pedagógica, o material é dividido por faixa etária e conta com indicativos de habilidade da BNCC (Base Nacional Comum Curricular).
A ideia é que as pautas sejam exploradas de forma multidisciplinar. Além de atividades de redação e interpretação de texto, o material pode ser usado, por exemplo, nas aulas de ciências, história e matemática, neste caso a partir de tabelas e gráficos.
"A Qualé tem uma linguagem adequada para a faixa etária, mas sem ser infantilizada. Além disso, trabalhamos bastante com o jornalismo visual, por meio de gráficos, tabelas, fotos e ilustrações. Sabemos que as crianças são atraídas pelas cores, por isso, temos um visual bem atraente", destaca a diretora de arte Cinthia Behr.
O leque de pautas é amplo, contemplando temas como imigrantes, fake news, mudanças climáticas, saúde mental e bullying. As profissionais responsáveis pelo projeto relatam retorno positivo dos leitores, com a redação recebendo muitos vídeos e mensagens positivas de alunos, pais e professores.
A assinatura avulsa pode ser feita de forma digital neste .
Assinada por escolas particulares e por prefeituras de diferentes cidades do Brasil, incluindo São Paulo, Campinas e Petrópolis, a Qualé alcançou a robusta tiragem de 270 mil exemplares. Com número médio de 16 páginas por edição, a publicação é distribuída para aproximadamente 230 mil alunos, em mais de 550 escolas, numa operação que conta com cerca de 570 pontos de entrega e uma empresa de transporte terceirizada.
"Acreditamos no jornalismo como ferramenta de transformação social. Ele possibilita desenvolver habilidades tão necessárias, como pensamento crítico, poder de argumentação e um olhar mais interessado no mundo em que vivemos", diz Maria Clara Cabral, editora-chefe da publicação. Crédito: Divulgação Revista Qualé em sala de aula: linguagem adequada, mas sem "infantilização"
Jornalismo visual
A fim de oferecer aos professores em sala de aula uma alternativa de material paradidático, cada edição vem acompanhada com fichas e sugestões de atividades para os jovens leitores. Feito por uma equipe pedagógica, o material é dividido por faixa etária e conta com indicativos de habilidade da BNCC (Base Nacional Comum Curricular).
A ideia é que as pautas sejam exploradas de forma multidisciplinar. Além de atividades de redação e interpretação de texto, o material pode ser usado, por exemplo, nas aulas de ciências, história e matemática, neste caso a partir de tabelas e gráficos.
"A Qualé tem uma linguagem adequada para a faixa etária, mas sem ser infantilizada. Além disso, trabalhamos bastante com o jornalismo visual, por meio de gráficos, tabelas, fotos e ilustrações. Sabemos que as crianças são atraídas pelas cores, por isso, temos um visual bem atraente", destaca a diretora de arte Cinthia Behr.
O leque de pautas é amplo, contemplando temas como imigrantes, fake news, mudanças climáticas, saúde mental e bullying. As profissionais responsáveis pelo projeto relatam retorno positivo dos leitores, com a redação recebendo muitos vídeos e mensagens positivas de alunos, pais e professores.
A assinatura avulsa pode ser feita de forma digital neste .





