Assessor da ONU propõe taxas ao comércio na internet para financiar ajuda a países pobres
Assessor da ONU propõe taxas ao comércio na internet para financiar ajuda a países pobres
Atualizado em 21/02/2008 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Philippe Douste-Blazy, recém-nomeado assessor especial da ONU para o desenvolvimento, propôs nesta quinta-feira, 21, a fixação de uma taxa sobre o comércio e as apostas na internet.
A intenção é conseguir novas vias de financiamento para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2015. Em entrevista ao jornal católico La Croix , o assessor declarou que a ONU trabalha "em uma contribuição voluntária dos cidadãos de 1 ou 2 euros".
Douste-Blazy, presidente da Unitaid - fundo internacional para a compra de medicamentos em países pobres financiada com uma taxa sobre as passagens de avião - explicou os limites dessa contribuição, já que apenas onze países a aplicam, incluindo a França.
Faltam US$ 50 bilhões ao ano para alcançar os objetivos. Ele advertiu que "não fazer nada seria fazer nosso planeta correr riscos de conflitos consideráveis no século XXI", migrações "sem precedentes" e "conseqüências terríveis ligadas à humilhação, ao cólera e ao desespero das 2,8 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia".
E completou: em escala individual, esta "micro-contribuição seria indolor, mas, em nível coletivo", poderia representar uma quantia "enorme" de dinheiro, que permitiria alcançar os Objetivos do Milênio.
Com informações da EFE.
Leia mais:
- Programa contra fome da ONU lança concurso de vídeos no Youtube.

A intenção é conseguir novas vias de financiamento para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2015. Em entrevista ao jornal católico La Croix , o assessor declarou que a ONU trabalha "em uma contribuição voluntária dos cidadãos de 1 ou 2 euros".
Douste-Blazy, presidente da Unitaid - fundo internacional para a compra de medicamentos em países pobres financiada com uma taxa sobre as passagens de avião - explicou os limites dessa contribuição, já que apenas onze países a aplicam, incluindo a França.
Faltam US$ 50 bilhões ao ano para alcançar os objetivos. Ele advertiu que "não fazer nada seria fazer nosso planeta correr riscos de conflitos consideráveis no século XXI", migrações "sem precedentes" e "conseqüências terríveis ligadas à humilhação, ao cólera e ao desespero das 2,8 bilhões de pessoas que vivem com menos de US$ 2 por dia".
E completou: em escala individual, esta "micro-contribuição seria indolor, mas, em nível coletivo", poderia representar uma quantia "enorme" de dinheiro, que permitiria alcançar os Objetivos do Milênio.
Com informações da EFE.
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