Assange aponta "jogada" do governo britânico ao tirar seguranças da embaixada
O fundador do Wikileaks, Julian Assange, criticou na última quinta-feira (15/10) durante uma videoconferência sobre tecnologia com estudantes de Buenos Aires a decisão do governo do Reino Unido de retirar 164 policiais que faziam sua segurança na embaixada do Equador, em Londres.
Atualizado em 16/10/2015 às 18:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
, criticou na última quinta-feira (15/10) durante uma videoconferência sobre tecnologia com estudantes de Buenos Aires a decisão do governo do Reino Unido de retirar 164 policiais que faziam sua segurança na embaixada do Equador, em Londres.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista diz que Reino Unido tenta justificar gastos com sua vigilância
Segundo a Folha de S.Paulo , Assange chamou de "publicidade" a atitude do governo. Para ele, a ação é a forma que os britânicos encontraram para "mostrar serviço ao restante do mundo" e fugir da responsabilidade em justificar os R$ 81 milhões investidos em sua segurança nos últimos três anos.
Crédito:Wikimedia commons Jornalista diz que Reino Unido tenta justificar gastos com sua vigilância
Segundo a Folha de S.Paulo , Assange chamou de "publicidade" a atitude do governo. Para ele, a ação é a forma que os britânicos encontraram para "mostrar serviço ao restante do mundo" e fugir da responsabilidade em justificar os R$ 81 milhões investidos em sua segurança nos últimos três anos.
"É uma publicidade da polícia. Se prestar atenção, eles mesmos disseram que aumentaram o aparato de vigilância contra mim. Hoje era possível ver que havia carros civis de vigilância ao redor da embaixada. Foi uma estratégia de relações públicas. Os britânicos querem mostrar que são duros mantendo alguém que está sendo acusado preso", disse.





