“As empresas de mídia têm dificuldade de inovar”, diz editor do "The Sunday Times"
“Atualmente, o maior exemplo de sucesso no mundo do conteúdo são os jovens recém chegados às redações que conseguem inovar de forma natural”
Atualizado em 06/11/2012 às 17:11, por
Luiz Gustavo Pacete.
. A opinião é do editor multimídia do The Sunday Times , o espanhol Rafael Höhr. Formado na Espanha, país com forte tradição em infografia, Höhr é atualmente responsável pelo conteúdo digital da revista dominical do The Times , periódico pertencente ao Grupo Newscorp.
Höhr esteve em São Paulo nesta segunda (5/11) para participar do "II Seminário Internacional de Mídias Móveis Mídias Móveis – Rumo ao Mobile", realizado pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). No evento, o jornalista apresentou o “case” multimídia do The Sunday Times e ressaltou que é necessário educar o consumidor de informação e encontrar um ponto de equilíbrio entre o que quer a audiência e o que as empresas de conteúdo podem oferecer.
Em entrevista à IMPRENSA, Höhr destacou os desafios das grandes empresas em se movimentarem no mundo digital, comentou as linhas que dividem jornalismo e entretenimento e ressaltou que o foco do The Sunday Times é continuar priorizando um público regional e não global, tendência adotada por parte de seus concorrentes, como o Guardian , por exemplo.
Höhr esteve em São Paulo nesta segunda (5/11) para participar do "II Seminário Internacional de Mídias Móveis Mídias Móveis – Rumo ao Mobile", realizado pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). No evento, o jornalista apresentou o “case” multimídia do The Sunday Times e ressaltou que é necessário educar o consumidor de informação e encontrar um ponto de equilíbrio entre o que quer a audiência e o que as empresas de conteúdo podem oferecer.
Em entrevista à IMPRENSA, Höhr destacou os desafios das grandes empresas em se movimentarem no mundo digital, comentou as linhas que dividem jornalismo e entretenimento e ressaltou que o foco do The Sunday Times é continuar priorizando um público regional e não global, tendência adotada por parte de seus concorrentes, como o Guardian , por exemplo.





