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As competições de Mayra Siqueira na natação e a adrenalina de Sergio Freire como bombeiro

Entre uma braçada e outra Crédito:Arquivo Pessoal Não são todas as pessoas que conseguem unir duas paixões em uma mesma profissão. Além de ser nadadora profissional, Mayra Siqueira acompanha o universo dos esportes com outro olhar, o de jornalista.

Crédito:Arquivo Pessoal

Não são todas as pessoas que conseguem unir duas paixões em uma mesma profissão. Além de ser nadadora profissional, Mayra Siqueira acompanha o universo dos esportes com outro olhar, o de jornalista. Aos 15 anos, a atleta - que nada desde criancinha - se federou e passou a fazer parte da equipe Pinheiros.

Ao ingressar na faculdade de jornalismo deu um “até breve” à natação. Mesmo se imaginando como correspondente internacional ou como repórter de política, Mayra fez seu primeiro estágio no site Trivela e, a partir disso, o esporte nunca mais a deixou. “Trabalhar nessa área é muito apaixonante. Não me vejo fazendo outra coisa”.

Há quatro anos na Rádio CBN, a jornalista cobriu sua primeira Copa do Mundo neste ano de 2014, no Brasil. “Foi sensacional. Todo mundo que trabalha em um evento como esse tem história para contar para o resto da vida”, avalia. Recentemente, Mayra voltou a treinar com mais afinco: praticamente todos os dias, a não ser que a rotina desenfreada da redação não permita a assiduidade.

Em agosto, participou do campeonato de natação FINA Masters, em Montreal (Canadá), onde ganhou medalha de ouro no “4 x 50 medley”. “As duas atividades se completam bastante. A minha paixão por esporte é antiga e acho que a prática ajuda a dar uma visão do outro lado”, completa. Segundo a jornalista, o futebol domina a cobertura deste segmento, mas, sempre que possível, tenta emplacar uma reportagem sobre natação. “É algo que faço com prazer porque é a minha praia”.

No front

Crédito:Arquivo Pessoal

Quando criança, Sergio Ricardo Freire não pensava no que seria quando adulto, apenas gostava de brincar e tinha uma “tendência” para aventuras. O garoto cresceu e não esqueceu o gosto pela adrenalina e emoção. Não por acaso, ele escolheu duas profissões que o colocariam no limite de acontecimentos históricos e em diversas aventuras.

“Como bombeiro, a sensação indescritível de salvar uma vida é o que mais gosto. No jornalismo é o fato de contribuir com a formação de uma sociedade mais justa, transmitindo a realidade dos fatos”, conta ele que é graduado como 2º sargento e já foi repórter, apresentador, editor de um site e produtor.

A primeira formação veio aos 22 anos por influência do irmão mais velho que iniciou a graduação em jornalismo. A segunda, no último ano de faculdade, quando fez concurso para o Corpo de Bombeiros de Sergipe. Hoje, aos 41 anos, ele coordena a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Ascom SSP/SE).

Seu dia começa bem cedo, às 5h da manhã. Ele acompanha programas matinais e intervém, caso seja necessário um contraponto sobre as ações da SSP ou orientações e explicações sobre as polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Coordenadoria Geral de Perícia. “A disciplina da formação militar ajuda muito não só a função de jornalista. A função de comunicador me fez uma pessoa


As competições de Mayra Siqueira na natação e a adrenalina de Sergio Freire como bombeiro

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