Após prisão no Egito, Peter Greste diz que continuará atuando como repórter
Libertado após 400 dias de prisão no Egito, o jornalista australiano Peter Greste disse que, apesar de ainda não ter planos a médio e longo prazo, quer continuar atuando como repórter.
Atualizado em 05/02/2015 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:reprodução/ BBC O jornalista considera trabalhar em algum projeto sobre o período que esteve preso De acordo com a agência EFE, Greste considera trabalhar em algum projeto sobre o período de reclusão que viveu desde o final de 2013 até poucos dias atrás.
"Não quero deixar este trabalho, sou um correspondente, é o que sou", disse. Greste afirmou que seguirá lutando pela libertação de seus dois companheiros, embora tenha admitido que se trata de um processo legal complicado, que "tomará algum tempo" e "requer esforço".
O correspondente contou que durante o tempo de sua reclusão fez um mestrado em relações internacionais, praticou exercícios e meditou. Disse também que foi tratado "com dignidade".
O repórter foi detido no final de 2013 no Cairo ao lado dos jornalistas Mohammed Fahmi, egípcio com passaporte canadense, e do egípcio Baher Mohammed. Em junho do ano passado, os três foram condenados a penas de sete a dez anos de prisão por prejudicar a imagem do Egito e supostamente apoiar a Irmandade Muçulmana.





