Após liberados pela polícia, torcedores organizados do Corinthians xingam a imprensa
Os jornalistas que faziam a cobertura no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sobre a investigação da invasão no Centro de
Atualizado em 20/02/2014 às 15:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Treinamento do Corinthians, que causou a prisão de alguns torcedores na manhã desta quinta-feira (20/2), foram xingados por membros de torcidas organizadas.
Crédito:Reprodução/GloboEsporte.com Torcedor ameaça cinegrafista da Rede Globo
Segundo a Folha de S.Paulo , após prestarem depoimento, alguns deles se digiram à imprensa com o rosto coberto e xingaram os profissionais. Um deles teria dito "vão trabalhar, seus vagabundos". Cerca de 11 pessoas foram detidas nesta manhã, entre elas dez integrantes da Camisa 12 e um do Pavilhão 9.
Para explicar o caso, a diretora do DHPP, Elisabete Ferreira Sato, afirmou que dois dos detidos foram presos por conta de mandado de prisão e que estes "são líderes informais das torcidas". A operação, que conta com mais de 90 policiais, faz a investigação da invasão no CT por membros de torcidas organizadas do Corinthians.
Segundo a versão do clube, durante o ato de vandalismo foram furtados coletes, equipamentos de treino e três celulares. Na ocasião, o atacante Paolo Guerrero teria sido "esganado" e uma recepcionista agarrada no pescoço.
Crédito:Reprodução/GloboEsporte.com Torcedor ameaça cinegrafista da Rede Globo
Segundo a Folha de S.Paulo , após prestarem depoimento, alguns deles se digiram à imprensa com o rosto coberto e xingaram os profissionais. Um deles teria dito "vão trabalhar, seus vagabundos". Cerca de 11 pessoas foram detidas nesta manhã, entre elas dez integrantes da Camisa 12 e um do Pavilhão 9.
Para explicar o caso, a diretora do DHPP, Elisabete Ferreira Sato, afirmou que dois dos detidos foram presos por conta de mandado de prisão e que estes "são líderes informais das torcidas". A operação, que conta com mais de 90 policiais, faz a investigação da invasão no CT por membros de torcidas organizadas do Corinthians.
Segundo a versão do clube, durante o ato de vandalismo foram furtados coletes, equipamentos de treino e três celulares. Na ocasião, o atacante Paolo Guerrero teria sido "esganado" e uma recepcionista agarrada no pescoço.





