ANDI lança segunda edição de guia para cobertura de casos de exploração infantil
A Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), ao lado do Serviço Social da Indústria (SESI) e da Petrobras está lançando neste mês
Atualizado em 14/01/2014 às 11:01, por
Lucas Carvalho*.
A Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), ao lado do Serviço Social da Indústria (SESI) e da Petrobras, lança, neste mês de janeiro, a segunda edição do livro de bolso “Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - Guia de referência para a cobertura jornalística”. A publicação reúne orientações elaboradas pela própria ANDI, oferecendo dicas práticas para jornalistas na cobertura de casos de abuso e exploração sexual infantil, além de um guia de fontes para matérias.
Crédito:Reprodução Guia pode ser acessado pela internet
“Uma correta abordagem da problemática pode contribuir diretamente para uma maior mobilização da sociedade e para o avanço das soluções, sejam elas operada por instituições governamentais ou não-governamentais”, diz Suzana Varjão, jornalista, gerente de qualificação da ANDI e autora do texto desta segunda edição do guia. “A imprensa tem a capacidade de pautar temas a serem priorizados pela agenda pública. No caso da violência sexual, significa dizer que, no mínimo, pode estimular a formulação e implementação de políticas públicas mais efetivas de enfrentamento ao fenômeno”, continua.
A primeira edição foi publicada em 2007 e, desde então, o ANDI sentiu a necessidade de atualizar dados e reestruturar as diretrizes. Segundo Suzana, por mais que um certo impacto tenha sido notado, ainda há muito o que melhorar na postura da mídia. “Observamos mudanças na abordagem de alguns veículos, que servem de referência no campo, mas não se pode dizer que a imprensa como um todo tenha mudado significativamente a abordagem. Não é algo que se alcance em espaços relativamente curtos de tempo e a partir apenas de uma iniciativa, por mais referencial que ela seja”, diz.
O guia possui versões semelhantes na Bolívia, Paraguai e Venezuela, publicados pela Rede ANDI América Latina. A organização atua há 19 anos em 12 países trabalhando para garantir uma correta abordagem de empresas de comunicação no que se refere aos direitos da criança e do adolescente. O livro, pertencente à série “Jornalista Amigo da Criança”, pode ser solicitado gratuitamente através do e-mail andi@andi.com.br ou acessado, .
* Com supervisão de Thaís Naldoni
Crédito:Reprodução Guia pode ser acessado pela internet
“Uma correta abordagem da problemática pode contribuir diretamente para uma maior mobilização da sociedade e para o avanço das soluções, sejam elas operada por instituições governamentais ou não-governamentais”, diz Suzana Varjão, jornalista, gerente de qualificação da ANDI e autora do texto desta segunda edição do guia. “A imprensa tem a capacidade de pautar temas a serem priorizados pela agenda pública. No caso da violência sexual, significa dizer que, no mínimo, pode estimular a formulação e implementação de políticas públicas mais efetivas de enfrentamento ao fenômeno”, continua.
A primeira edição foi publicada em 2007 e, desde então, o ANDI sentiu a necessidade de atualizar dados e reestruturar as diretrizes. Segundo Suzana, por mais que um certo impacto tenha sido notado, ainda há muito o que melhorar na postura da mídia. “Observamos mudanças na abordagem de alguns veículos, que servem de referência no campo, mas não se pode dizer que a imprensa como um todo tenha mudado significativamente a abordagem. Não é algo que se alcance em espaços relativamente curtos de tempo e a partir apenas de uma iniciativa, por mais referencial que ela seja”, diz.
O guia possui versões semelhantes na Bolívia, Paraguai e Venezuela, publicados pela Rede ANDI América Latina. A organização atua há 19 anos em 12 países trabalhando para garantir uma correta abordagem de empresas de comunicação no que se refere aos direitos da criança e do adolescente. O livro, pertencente à série “Jornalista Amigo da Criança”, pode ser solicitado gratuitamente através do e-mail andi@andi.com.br ou acessado, .
* Com supervisão de Thaís Naldoni





