Ancelmo Gois e Tina Correia depõem sobre prisão durante a ditadura militar
O jornalista Ancelmo Gois e a escritora Janete Correia de Melo prestaram depoimento na Comissão Estadual da Verdade Paulo Barbosa de Araújo na última segunda-feira (18/7).
Atualizado em 19/07/2016 às 14:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Janete Correia de Melo, também conhecida como Tina Melo, prestaram depoimento na Comissão Estadual da Verdade Paulo Barbosa de Araújo na última segunda-feira (18/7). Eles foram perseguidos pela repressão durante a Ditadura Militar.
Crédito:Reprodução Ancelmo Gois e Tina Melo depuseram sobre perseguição na ditadura
De acordo com o G1, os relatos foram realizados no auditório do Museu da Gente Sergipana, na Avenida Ivo do Prado, 398, no Centro de Aracaju (SE). Nesse mês, as sessões públicas acontecem até a próxima quinta-feira (21/7).
Ancelmo Gois era secundarista quando o golpe foi instaurado em 1964. Aos 15 anos, ele trabalhava na Gazeta de Sergipe , onde presenciou a prisão de jornalistas pelos agentes da repressão. Após o Ato Institucional 5 ser decretado, em 1968, ele também foi detido e levado para o 28º BC por participar de passeatas contra a ditadura militar.
O jornalista também militava no Partido Comunista do Brasil (PSB). Ao deixar a prisão, a sigla lhe ofereceu uma temporada de estudos na União Soviética e retorno ao Brasil em 1970, protegido pela KGB.
Por sua vez, Tina aparece em diversos documentos analisados pela Comissão. Ela foi presa durante o 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), na fazenda Mucuru em Ibiúna (SP), em 1968. Cerca de mil estudantes foram detidos por conta do evento, que ocorria de forma clandestina.
Crédito:Reprodução Ancelmo Gois e Tina Melo depuseram sobre perseguição na ditadura
De acordo com o G1, os relatos foram realizados no auditório do Museu da Gente Sergipana, na Avenida Ivo do Prado, 398, no Centro de Aracaju (SE). Nesse mês, as sessões públicas acontecem até a próxima quinta-feira (21/7).
Ancelmo Gois era secundarista quando o golpe foi instaurado em 1964. Aos 15 anos, ele trabalhava na Gazeta de Sergipe , onde presenciou a prisão de jornalistas pelos agentes da repressão. Após o Ato Institucional 5 ser decretado, em 1968, ele também foi detido e levado para o 28º BC por participar de passeatas contra a ditadura militar.
O jornalista também militava no Partido Comunista do Brasil (PSB). Ao deixar a prisão, a sigla lhe ofereceu uma temporada de estudos na União Soviética e retorno ao Brasil em 1970, protegido pela KGB.
Por sua vez, Tina aparece em diversos documentos analisados pela Comissão. Ela foi presa durante o 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), na fazenda Mucuru em Ibiúna (SP), em 1968. Cerca de mil estudantes foram detidos por conta do evento, que ocorria de forma clandestina.





